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:: ‘Pastor Tom’

Pastor Tom poderá se filiar ao PROS

Jean Sacramento, Pastor Tom e Uziel Couto

Jean Sacramento, Pastor Tom e Uziel Couto – Foto: Reprodução/Redes Sociais

Nesta quinta-feira (16), o ex-deputado estadual Pastor Tom esteve reunido com o presidente do PROS na Bahia, Jean Sacramento.

“Dialogamos o atual contexto da política da Bahia, do Brasil e em especial a de Feira de Santana. Não tenho dúvidas que ao lado de Jean Sacramento e do PROS teremos resultados positivos”, disse Pastor Tom em suas redes sociais.

A informação que chega a este site é de que, para disputar as eleições 2022 para deputado estadual outra vez, Pastor Tom está com tudo encaminhado para se filiar ao PROS. Segundo a fonte, está 90% encaminhado o processo. Vamos aguardar o desfecho dessa situação.

Pastor Tom ganha apoio de vereador de Alagoinhas a sua pré-candidatura

Pastor Tom e Anselmo Cerqueira

Pastor Tom e Anselmo Cerqueira – Foto: Reprodução / Redes Sociais

O ex-deputado estadual Pastor Tom já começou a rodar o Estado em busca de novos apoios para a sua pré-candidatura nas eleições 2022. Em suas redes sociais, Tom divulgou que esteve na cidade de Alagoinhas com o vereador Anselmo Cerqueira (Republicanos). Na oportunidade, o vereador declarou apoio a sua pré-candidatura.

“Estive hoje na cidade de Alagoinhas onde fui recebido pelo vereador Anselmo Cerqueira. Ele declarou apoio a minha pré-candidatura a deputado estadual. Oh Glória!”, disse Pastor Tom.

Pastor Tom confirma pré-candidatura, faz avaliações sobre governos e diz: “não me arrependo em ter votado no prefeito”

Pastor Tom – Foto: Anderson Dias / site Política In Rosa

O ex-deputado estadual Pastor Tom, em entrevista ao site Política In Rosa, confirmou a sua pré-candidatura a deputado estadual nas próximas eleições e fez uma avaliação sobre os governos do prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, e do presidente da República, Jair Bolsonaro.

“As urnas de Feira nunca nos decepcionou. Foram quatro candidaturas em que tivemos uma quantidade de votos expressivas e ano que vem não vai ser diferente. Sou morador de Feira, da Rua Nova, falo a língua do povo, estou nos guetos e favelas, sou da periferia e isso me consolida a ser pré-candidato a deputado. Lógico, sempre defendendo a família, a fé e os princípios cristãos com muita humildade”, declarou Tom.

Para as eleições, o Pastor Tom informou que está muito tranquilo. “Tivemos quase 11 mil votos em Feira de Santana na última eleição. Acho que o pleito, como sempre, é algo acirrado, mas, não tenho dúvida que o povo de Feira vai nos conduzir novamente a Assembleia Legislativa. A minha cassação foi injusta, mas respeito. Enfim, vejo também que isso está movendo e sensibilizando o povo de Feira de Santana, pois a gente não matou e nem roubou. Fui cassado, mas não fiquei inelegível. Acho que isso que é importante. Na hora certa tenho certeza que Feira, mais uma vez, vai confirmar o nosso nome”, explanou.

Avaliações

Questionado sobre sua avaliação da gestão do prefeito de Feira de Santana, Colbert Filho, e do presidente da República, Jair Bolsonaro, Pastor Tom deu sua opinião. “Não quero me atentar a gestão do presidente nem do prefeito Colbert, pois o povo está aí para julgar. Vejo Bolsonaro fazendo seu papel como presidente eleito pelo povo e vejo também o prefeito Colbert Martins trabalhando por Feira. Toda autoridade é constituída por Deus. O que eu peço e sempre tenho orado é que Deus dê sempre sabedoria a eles para fazerem a diferença”, disse Pastor Tom. :: LEIA MAIS »

Pastor Tom fala sobre recurso para cassação de seu diploma de deputado

Deputado estadual Pastor Tom-foto Política In Rosa Anderson Dias

Deputado estadual Pastor Tom – Foto: Política In Rosa/Anderson Dias

Nesta sexta-feira (21), em entrevista ao Boca de Forno News, o ex-vereador de Feira de Santana e deputado estadual eleito, Ewerton Carneiro da Costa, o Pastor Tom (Patriota), conversou sobre o recurso apresentado na quarta-feira (19) pelo Ministério Público Eleitora (MPE) ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), com a finalidade de reverter sua diplomação para o cargo de deputado estadual. O pedido foi motivado pela não apresentação de “prova de filiação partidária”. No recurso, apresentado pelo Procurador Regional Eleitoral Auxiliar, Fernando Túlio da Silva, o MPE sustenta que no momento de comprovação da filiação partidária o Pastor Tom alegou ser policial militar da ativa e, portanto, estava dispensado desta obrigação. Contudo, a entidade verificou que o o deputado eleito já estava afastado de suas atividades na Polícia Militar desde 2016. Na ocasião, ele alegou ser policial militar da ativa e que estava dispensado de tal obrigação. O MPE, porém, verificou que Pastor Tom já estava afastado das suas atividades na Polícia Militar desde 2016, em razão do mandato de vereador na Câmara Municipal de Feira de Santana.

Segundo ele, este recurso foi embasado em uma denúncia anônima feita antes mesmo de sua diplomação, e até fevereiro mais informações devem ser trocadas e divulgadas, após o recesso judiciário. Seu assistente também foi intimado. No entanto, diz estar tranquilo, pois acredita muito na Justiça da Bahia e, para ele, “contra fatos, não há argumentos”. Afirma que sabe que prestou devidamente todas as informações necessárias para comprovar sua filiação partidária, caso contrário, o MPE não teria dado um parecer favorável, garantindo sua diplomação.

O pastor conclui que está pronto para assumir em 1º de fevereiro e que se esforçará para trazer mais benefícios para Feira de Santana e toda a Bahia. A discussão ocorre justamente no momento em que o Pastor Tom cogita deixar seu atual partido, o Patriota, que ficou preso na cláusula de barreira e anunciou fusão com o PRP nesta segunda-feira (17).

Pastor Tom pode ter diploma eleitoral cassado após recurso do MPE

Pastor Tom (PATRI)

Pastor Tom (PATRI)

O Ministério Público Eleitoral (MPE) apresentou um recurso ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) para reverter a diplomação do deputado estadual eleito Pastor Tom (Patriota). O vereador de Feira de Santana recebeu certificado na última segunda-feira (17), durante cerimônia no Teatro Castro Alves. Na peça, protocolada nesta quarta-feira (19), o MPE afirma que o Pastor Tom não apresentou “prova da filiação partidária” no momento em que requereu registro de candidatura para as eleições deste ano. Na ocasião, ele alegou ser policial militar da ativa e que estava dispensado de tal obrigação. O MPE, porém, verificou que Pastor Tom já estava afastado das suas atividades na Polícia Militar desde 2016, em virtude do mandato de vereador na cidade de Feira de Santana. No recurso, o Ministério Público explica que solicitou informações sobre o vereador ao Comando da Polícia Militar, mas ainda aguarda resposta.

“O cenário delineado indica, portanto, que o candidato valeu-se indevidamente do seu status pretérito de militar da ativa, omitindo a informação de que ocupava à época mandato eletivo, o que induziu a Corte em erro no tocante ao deferimento de seu registro de candidatura nas eleições de 2018, sem o preenchimento dos requisitos constitucionais/legais a que todos os candidatos civis devem estar submetidos”, diz o texto assinado pelo Procurador Regional Eleitoral Auxiliar, Fernando Túlio da Silva. “Isto posto, o Ministério Público requer seja provido o recurso para cassar o diploma de EWERTON CARNEIRO DA COSTA [Pastor Tom]”, completa. (BNews)

Para desembarcar no PP, Pastor Tom faz grandes exigências

Deputado estadual Pastor Tom-foto Política In Rosa Anderson Dias

Deputado estadual Pastor Tom – Foto: Política In Rosa/Anderson Dias

Em entrevista ao site Política In Rosa, o deputado estadual Pastor Tom (Patriota) falou novamente sobre a sua possível ida para o Partido Progressista (PP). Tom ressaltou que ela ainda é incerta. “Não tem nada decidido ainda. Isso só vai acontecer quando eu adquirir o apoio ou de um lado ou de outro (oposição ou situação) a minha candidatura para prefeito de Feira de Santana”, disse.

Tom ainda disse que estar aguardando a finalização da votação dos projetos da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA) já que todos os deputados no momento estão focados nesses trabalhos. “Não posso tomar nenhuma decisão. Minhas exigências ao PP foram a segurança de ser candidato a prefeito em Feira de Santana, ser o presidente do partido na cidade e ainda outras que não posso falar. Estou aguardando o vice-governador João Leão se posicionar”, finalizou.

Pastor Tom poderá ir para o PP

João Leão e o Pastor Tom

João Leão e o Pastor Tom

O ainda vereador e deputado estadual eleito, Pastor Tom (Patriota), fez uma visita ao vice-governador João Leão (PP). Questionado pelo site Política In Rosa se há a possibilidade de ir para a sigla, Tom respondeu que o Patriota infelizmente não conseguiu alcançar a cláusula de barreira. O partido que não alcança essa cláusula fica sem tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV e sem verba do fundo partidário. “Todo mundo sabe que o partido que eu estou não alcançou a cláusula de barreira. Por esse motivo eu tenho que procurar outra legenda para me acomodar. Estive visitando alguns partidos. Um deles é o PP que é um partido grande, tem um vice-governador e que vai ter o possível presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, Nelson Leal. Posso sim entrar, quem sabe”, afirmou.

Tom tem ainda outras escolhas. Ele citou o PDT, PR, Avante. “Até o dia 1º de janeiro decido para qual partido vou”, concluiu.

Pastor Tom volta a fazer duras críticas às cooperativas e diz que está sofrendo ameaças

Vereador Tom

Vereador e deputado estadual eleito, Pastor Tom (Patri).

O vereador e deputado estadual eleito, Pastor Tom (PATRI), voltou a fazer graves denúncias sobre as cooperativas que operam em Feira de Santana. Tom criticou os salários pagos aos funcionários, o não repasse de direitos trabalhistas como o 13º salário e informou que encaminhará um requerimento ao Ministério Público de Feira de Santana solicitando uma investigação nas cooperativas.

“As cooperativas são verdadeiras quadrilhas que ganham forças em nossa cidade. Isso tem que ter fim. Estou tomando as devidas providências. Estou sofrendo ameaças, tive a minha vida devassada, mas não tenho medo de morrer. Se for para morrer defendendo os interesses do povo, morrerei feliz. O sistema de cooperativa prestou até um tempo. Em outras cidades as cooperativas foram substituídas por empresas que garantem os direitos dos trabalhadores. Estamos nos movimentando”, ressaltou.