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Casos de violência contra a pessoa idosa aumenta 19% este ano

Violência contra a Pessoa Idosa

Foto: Divulgação/MT/O Globo

O Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa é celebrado neste sábado (15 de junho). A data chama a atenção para a existência de violações dos direitos dos idosos e para a importância da denúncia.

Em Feira de Santana, a Secretaria de Políticas para as Mulheres possui um Núcleo de Direitos Humanos que abrange diversos públicos, incluindo qualquer tipo de violação contra o idoso. O órgão recebe denúncias através do Disque 100 e da central Fala Feira 156, além do atendimento presencial na rua Georgina Erisman, 185, Centro.

Em 2022, foram registrados 296 casos de violação contra os direitos do idoso. No ano seguinte, em 2023, esse número aumentou para 379 denúncias. Este ano, até maio, o número aumentou 19% em comparação com o mesmo período do ano passado. Foram 153 de janeiro a maio de 2023, enquanto em 2024 o número saltou para 183 casos denunciados.

A diretora do Departamento de Igualdade Racial, Gênero e Juventude, Polyana Carvalho, afirma que toda a população pode ajudar e denunciar. “Logo após a denúncia, nós apuramos junto com a equipe multidisciplinar de assistentes sociais e psicólogos. Vamos à casa do idoso para verificar se a violação existe e se a denúncia é válida”, explica.

Ainda de acordo com a diretora, o idoso merece ser tratado com amor, carinho e respeito, incluindo atenção aos seus horários de acordar, dormir, tomar medicamentos e receber cuidados adequados. :: LEIA MAIS »

Governo Municipal demonstra preocupação diante do aumento nos índices de violência

Colbert Martins Filho

Colbert Martins Filho – Foto: Reprodução/Youtube

O Governo Municipal demonstra preocupação diante do recente aumento nos índices de violência na cidade de Feira de Santana. No último final de semana, foram registrados alarmantes 13 casos de homicídios, refletindo uma tendência preocupante observada nos últimos meses. Com um total de 152 mortes violentas desde o início do ano até a presente data, a urgência de ações concretas para lidar com essa questão é evidente.

O prefeito, Colbert Martins Filho, expressou consternação com a situação, enfatizando que “os números são inadmissíveis. Centenas de órfãos e famílias estão sofrendo com essa realidade devastadora. A segurança pública é uma obrigação do governo do estado, e Feira de Santana está vivendo um clima de medo que não podemos ignorar.” Ele reiterou o compromisso da administração municipal em colaborar com as autoridades competentes.

Nesse esforço conjunto pela segurança, a Prefeitura tem intensificado o apoio às Polícias Militar e Civil. A doação do prédio para a nova base da 64ª Companhia da PM, em local estratégico ao lado do Centro de Abastecimento e do shopping Cidade das Compras, demonstra o compromisso com o reforço da presença policial em áreas-chave da cidade.

Além disso, a Prefeitura investe na ampliação da iluminação pública em pontos de risco, visando coibir ações criminosas e promover maior sensação de segurança. A tecnologia também é aliada crucial: o Centro de Controle Operacional conta com 300 câmeras de videomonitoramento estrategicamente distribuídas no município, ampliando a capacidade de monitoramento e auxiliando nas ações das forças de segurança. :: LEIA MAIS »

Uefs instala Comissão de Prevenção a Assédios, Violência e Discriminação

Uefs instala Comissão de Prevenção a Assédios, Violência e Discriminação

Foto: Bernardo Bezerra

Foi instalada na última terça-feira (26) a Comissão de Prevenção a Assédios, Violência e Discriminação no campus e nas unidades extra-campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). O grupo é formado por representantes da reitoria, da pró-reitoria de Políticas Afirmativas e Assuntos Estudantis (Propaae), da Associação dos Docentes (Adufs), do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau do Estado da Bahia (Sintest) e de estudantes.

A comissão tem dois representantes por categoria. Os membros atuam em diversos setores da Uefs, como nos departamentos de Física, Letras e Saúde, além da administração central. Depois da instalação, o comitê já se reuniu para definir um calendário de encontros. O objetivo é estabelecer estratégias e políticas preventivas e de redução dos casos de assédios, violência e dscriminação em todos os setores da universidade.

A pró-reitora de Graduação, Rosa Eugênia Vilas Boas, e a vice-reitora, Eva Carvalho, são a presidente e vice-presidente da comissão, respectivamente. :: LEIA MAIS »

Violência não letal contra mulheres aumenta 19% em 5 anos no Brasil

Violência não letal contra mulheres aumenta 19% em 5 anos no Brasil

Foto: Freepick

Entre 2018 e 2022, todos os tipos não letais de violência contra mulheres cresceram 19% no Brasil. Essas formas de agressão incluem a patrimonial, a física, a sexual, a psicológica e a moral e, com exceção da última, foram acompanhadas pelo Instituto Igarapé, que realizou levantamento sobre o assunto, em parceria com a Uber.

De acordo com o Instituto Igarapé, na última década, tais ocorrências aumentaram 92%. Para elaborar o relatório que contém esses dados, foram extraídas estatísticas dos sistemas oficiais de saúde e dos órgãos de segurança pública.

No apanhado dos pesquisadores, contabilizam-se ocorrências, o que significa que uma mesma mulher pode ter sido vítima de mais de uma das formas de violência registradas.

Ao longo da apuração dos dados, constatou-se que as mulheres negras são os principais alvos da violência de gênero não letais, independentemente da forma que as agressões assumem. Em 2018, mulheres pretas e pardas apareciam em 52% dos registros. No ano passado, elas eram as vítimas em 56,5% das ocorrências.

Segundo os responsáveis pelo levantamento, somente no ano passado, em média, quatro mulheres foram vítimas de feminicídio, que é o homicídio motivado por ódio contra o gênero feminino, ou seja, contra mulheres, pelo fato de serem mulheres. Em 2018, os feminicídios representavam cerca de 27% das mortes violentas, porcentagem que subiu para 35% em 2022. :: LEIA MAIS »

Feira de Santana: Sala especializada para mulheres vítimas de violência é inaugurada

Feira de Santana Sala especializada para mulheres vítimas de violência é inaugurada

Foto: Jorge Magalhães

A Prefeitura Municipal de Feira de Santana (PMFS), por meio da Fundação Hospitalar, inaugurou nesta quinta-feira (14) uma sala especializada para mulheres vítimas de violência física ou sexual. A iniciativa conta com investimento de R$250 mil e visa humanizar o atendimento a essas mulheres.

A sala, que fica no Centro Municipal de Prevenção ao Câncer (CMPC), conta com equipamentos modernos, como uma cadeira ginecológica automatizada, um colposcópio, monitores de TV e ar-condicionado. Além disso, a sala foi decorada de forma a proporcionar um ambiente acolhedor e respeitoso às mulheres que sofreram violência.

O prefeito Colbert Martins Filho, que participou da inauguração, destacou a importância da sala para as mulheres vítimas de violência. “Essa sala será referência para essas mulheres. Aqui elas poderão ter um acolhimento especializado e respeitoso. Com todos os serviços já existentes, aqui elas vão fazer a prevenção do câncer com equipamentos de tecnologia avançada que pode detectar inclusive o câncer em fase inicial”, disse o prefeito.

A secretária de Saúde, Cristiana Campos, ressaltou que a sala especializada é um avanço na saúde da mulher e vai fazer grande diferença na vida não apenas das mulheres que sofrem violência, mas a todas as pacientes do CMPC.

A secretária Municipal de Políticas para as Mulheres, Gerusa Sampaio, também destacou a importância da parceria entre os órgãos municipais da saúde e da SMPM. :: LEIA MAIS »

Violência contra motoristas de aplicativos é tema de audiência pública na Assembleia Legislativa

Violência contra motoristas de aplicativos é tema de audiência pública na Assembleia Legislativa

Foto: Divulgação/Ascom

A Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) promoveu, na manhã desta terça-feira (28), uma audiência pública com intuito de debater a violência contra motoristas e mototaxistas de aplicativo na Bahia.

Além de tratar da violência contra os motoristas e mototaxistas de aplicativos, os parlamentares também dialogaram sobre algumas demandas apresentadas pelos motoristas, a exemplo de falta de reconhecimento profissional, além da precarização das condições de trabalho e a ausência de benefícios trabalhistas.

Segundo o deputado Pablo Roberto, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública, esse movimento em prol da categoria não encerra na audiência. “Vamos continuar lutando por essa causa, defendendo essa pauta. Não podemos normalizar os três latrocínios a motoristas de aplicativos e os mais de 270 assaltos de janeiro a agosto deste ano. Essa infeliz realidade requer uma atenção especial por parte do parlamento”, disse o deputado.

Douglas Carvalho, motorista de aplicativo, presente na audiência desta manhã, comentou a importância dessa discussão. “Agradecer ao deputado Pablo Roberto pela coragem de abraçar esse tema, trazendo esse debate, e de enfrentar grandes empresas como a Uber, em prol da nossa classe de trabalhadores. Um debate extremamente importante e necessário, e que não vai parar por aqui, já que temos o comprometimento dos deputados da Comissão com a causa”, afirmou Douglas. :: LEIA MAIS »

Jovens pesquisadores projetam broche localizador para casos de violência contra mulher

Jovens pesquisadores projetam broche localizador para casos de violência contra mulher

Foto: Divulgação/Secti

A violência faz parte da vida de diversas mulheres todos os dias. Segundo a pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 28,9% das mulheres sofreram algum tipo de violência de gênero em 2022, ou seja, cerca de 18,6 milhões de brasileiras. Compreendendo o problema enfrentado diariamente pelas mulheres, estudantes de nível técnico do Complexo Integrado de Educação de Ipiaú, Gleice Kely e Edson Marlen, orientados por Vanessa de Assis, desenvolveram um projeto de um broche localizador direcionado ao público feminino.

Gleice compartilha a motivação por trás da criação do projeto do broche localizador. “A tecnologia pode ser uma medida vital em situações de perigo, como tentativas de sequestro, abuso sexual, agressão doméstica e diversos outros incidentes. Eu, como mãe, me preocupo com o bem-estar da minha filha. O broche não apenas pode salvar a vida dela, mas também a de outras mulheres, sejam jovens, crianças ou idosas”.

O projeto, atualmente em busca de financiamento para seu desenvolvimento, funciona como um localizador que, quando ativado, fornece em tempo real a localização da mulher. “Ao desenvolver o projeto, o broche terá a capacidade de rastrear por meio de um aplicativo disponível na Play Store e na Apple Store. A intenção é alcançar uma duração de baterias similares às dos desktops, que são frequentemente usadas em notebooks e podem ser removíveis para troca. Além disso, ao acionar o botão, o sinal será enviado ao contato de emergência escolhido pela usuária”, explica.

Para a professora Vanessa, que orienta a equipe, a concepção dessas ideias é fundamental para o aprendizado dos alunos e para proporcionar soluções para a vida cotidiana. “A pesquisa científica desempenha um papel crucial no desenvolvimento acadêmico e profissional de um estudante. Desenvolver ciência voltada para a área social é necessário, pois, diariamente, encontramos lacunas que precisam ser preenchidas. A violência contra as mulheres é um problema sério que afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Garantir que elas tenham acesso a linhas diretas de emergência é crucial”, afirma. :: LEIA MAIS »

Secretaria da Mulher inaugura Núcleo de Ressocialização do Homem Transformando Caminhos

Secretaria da Mulher inaugura Núcleo de Ressocialização do Homem Transformando Caminhos

Foto: Izinaldo Barreto

A Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres inaugurou o Núcleo de Ressocialização Transformando Caminhos na tarde da última quarta-feira (6). A iniciativa visa ressocializar homens autores de violência e/ou em conflitos com a lei.

Para cumprir com o objetivo, o órgão ofertará atendimento multidisciplinar, com uma equipe composta por assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e terapeutas ocupacionais.

“Vamos promover tratamento qualificado para o homem que até então era considerado um agressor, porém precisa ser ressocializado. A punição perante a lei é necessária, pois para cada ação existe uma reação, contudo, após esse homem ser devolvido à sociedade, ele precisa melhorar e assim ele terá o nosso acolhimento”, afirmou a secretária de Políticas para as Mulheres, Gerusa Sampaio.

Os assistidos serão encaminhados por órgãos responsáveis por atuar no combate à violência, como a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), Vara de Proteção a Mulher, e o setor jurídico da Secretaria da Mulher. Conforme a secretária, a expectativa é que o órgão contribua para a redução dos índices de agressão e violência contra as mulheres.

“A violência não pode ser reverberada, e sim tratada. O nosso propósito é reestruturar esses indivíduos para que eles possam ter uma vida digna e saudável. Um homem que agride precisa de um acompanhamento psicológico e terapias para descobrir aquelas lacunas do passado, qual a mágoa que ele vem guardando, o por quê ele está reproduzindo essa violência, e assim a combatemos”, pontuou. :: LEIA MAIS »