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:: ‘Saúde’

Bahia registra cinco novos casos de varíola dos macacos

Bahia confirma primeiro caso de varíola dos macacos

Foto: Reprodução/Sesab

A Bahia teve o registro de cinco novos casos confirmados de varíola dos macacos (Monkeypox) nesta quarta-feira (10). As notificações são relativas a três indivíduos residentes em Salvador, um em Feira de Santana e outro em Xique-xique. Com estas confirmações, a Bahia totaliza 25 casos da doença, sendo 17 em Salvador, 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Feira de Santana; 1 em Ilhéus; 1 em Mutuípe e 1 em Xique-xique. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 166 suspeitos.

Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre e tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões. :: LEIA MAIS »

Feira de Santana confirma primeiro caso da varíola dos macacos

Bahia confirma primeiro caso de varíola dos macacos

Foto: Reprodução/Sesab

A Prefeitura de Feira de Santana confirmou o primeiro caso da varíola dos macacos nesta quarta-feira, 10. O paciente é um homem, de 29 anos, residente do município. Ele apresentou os sintomas há 21 dias e fez o exame.

O paciente tem histórico de viagens no próprio Brasil e a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde já está fazendo o monitoramento dos contatos. Ao ter conhecimento do caso, a equipe de saúde do município realizou imediatamente a notificação e a investigação, e adotou as medidas de prevenção e controle contra o vírus. :: LEIA MAIS »

Índice de infestação do Aedes aegypti diminui em Vitória da Conquista

Índice de infestação do Aedes aegypti diminui em Vitória da Conquista

Foto: Divulgação/PMVC

O índice de infestação do mosquito Aedes aegypti em Vitória da Conquista diminuiu para 1,2%, de acordo segundo Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2022, realizado no mês de julho, pelo Centro de Controle de Endemias (CCE) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Se comparado ao primeiro levantamento, realizado no mês de abril, que apontou uma taxa de 2,7%, houve uma redução de 1.5 ponto percentual.

Apesar de ainda ser classificado como um risco de alerta, que está entre 1% e 3,9%, segundo o Ministério da Saúde, o resultado é considerado positivo. “Reduziu bastante e isso se deve à intensificação do trabalho dos agentes de combate às endemias e às condições climáticas que também nos favoreceu, com menos chuvas. Estamos trabalhando com mutirões de bloqueio aos sábados e isso tem nos ajudado muito”, afirmou a coordenadora de Controle de Endemias da SMS, Gabriela Andrade.

Para realizar o LIRAa, os agentes de combates às endemias inspecionaram 6.127 residências e pontos estratégicos e em 78 desses locais foram encontrados focos de reprodução do mosquito, o que representa o índice geral de infestação obtido.

Entre os 78 bairros e loteamentos visitados no perímetro urbano, sete apresentaram índice de infestação de alto risco, acima de 3,9%. São eles: Recanto das Águas (8,8%), Cruzeiro (8,3%), Cidade Maravilhosa (5,2%), Nossa Senhora Aparecida (5,0%), Patagônia (4,6%), Campinhos (4,1%) e Vila da Conquista (4,0). :: LEIA MAIS »

Acupuntura, técnica da medicina chinesa, pode ser aliada contra sintomas da endometriose

Acupuntura - Endometriose - Técnica Chinesa

Foto: Divulgação/Ascom

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a endometriose afeta cerca de 10% da população feminina brasileira, sendo mais frequente entre mulheres de 25 a 35 anos de idade. A endometriose é uma doença causada pelo crescimento anormal de células do endométrio fora do útero, provocando cólica intensa, menstruação abundante e cansaço excessivo, sintomas que podem piorar durante o período menstrual. Os tratamentos variam conforme o estágio da doença, podendo ser realizado de forma clínica fazendo uso de medicações, ou com intervenção cirúrgica. Existem também tratamentos naturais, como é o caso da acupuntura, uma prática da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), que trata de forma terapêutica, as fortes dores causadas pela doença.

Para a Medicina Tradicional Chinesa, a maioria das doenças ginecológicas está relacionada a variações na deficiência ou estagnação do sangue ou da energia (Qi), se comportando como uma doença com perda de substância feminina, sendo comum mulheres portadoras dessa patologia terem uma rotina atribulada e agitada, em detrimento da passividade, da receptividade e do recolhimento normalmente esperados na expressão corpórea da feminilidade.

A técnica de acupuntura surge como uma ótima alternativa para o tratamento de doenças relacionadas ao aparelho reprodutor feminino. Segundo a fisioterapeuta e acupunturista, Thays Malaquias, a acupuntura pode ser uma forte aliada das mulheres que enfrentam essa doença, “trabalho com acupuntura há alguns anos e na prática pude perceber os efeitos positivos em doenças que afetam o aparelho reprodutor feminino, que é o caso da endometriose. A acupuntura atua no organismo com um efeito analgésico, anti-inflamatório e regulatório de hormônios, além disso não produz efeitos colaterais, o que para a medicina ocidental é considerado praticamente impossível. Ela é uma verdadeira aliada das mulheres no tratamento da doença”, afirma a fisioterapeuta. :: LEIA MAIS »

Bahia confirma mais dois casos de varíola dos macacos

Bahia confirma primeiro caso de varíola dos macacos

Foto: Reprodução/Sesab

Mais dois casos da doença causada pelo vírus Monkeypox foram confirmados na Bahia nesta sexta-feira (29). Ao todo, são sete registros da doença, todos de pessoas que residem em Salvador, sendo seis confirmados laboratorialmente e um por critério clínico-epidemiológico. O primeiro caso de Monkeypox foi registrado no dia 13 de julho.

Outros 63 casos suspeitos estão sendo investigados. São notificações dos municípios de Alcobaça (1), Amargosa (1), Aratuípe (1), Barra (1), Barreiras (1), Camaçari (2), Canarana (1), Conceição do Coité (1), Cruz das Almas (1), Ibicaraí (2), Ilhéus (2), Itaberaba (4), Itapebi (1), Itiruçu (1), Laje (1), Lauro de Freitas (1), Mutuípe (3), Nazaré (1), Salvador (23), Santa Cruz Cabrália (4), Santo Antônio de Jesus (3), São Gonçalo dos Campos (1), São Miguel das Matas (2), Simões Filho (1), Ubaíra (1) e Vitória da Conquista (2). :: LEIA MAIS »

Ministério da Saúde ativa Centro de Operação de Emergências para monkeypox

Ministério da Saúde ativa Centro de Operação de Emergências para monkeypox

Foto: Divulgação/Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde realizou, nesta sexta-feira (29), a primeira reunião do Centro de Operação de Emergências (COE) para elaboração do Plano de Contingência contra o surto de monkeypox no Brasil, doença também conhecida como varíola dos macacos. O COE funcionará ininterruptamente, de segunda a sexta-feira presencialmente e nos finais de semana de forma virtual. Havendo necessidade, as reuniões poderão ser presenciais.

Com o objetivo de promover resposta coordenada por meio da articulação e integração dos atores envolvidos com o tema, o COE é uma estrutura organizacional que permite a análise de dados e informações para subsidiar a tomada de decisão dos gestores e técnicos, na definição de estratégias e ações adequadas para o enfrentamento de emergências em saúde pública.

O atual surto de monkeypox representa emergência de saúde pública de importância internacional, segundo o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros. “Precisamos aumentar o nível de alerta e de vigilância em nosso País. Para isso abrimos o COE”, explicou.

A partir das informações estabelecidas durante a Sala de Situação, que foi instalada em 23 de maio de 2022 e funcionou durante 50 dias, o Ministério da Saúde vai analisar o cenário com novas evidências nacionais e internacionais e rever cada conceito para definir o que é um caso suspeito, um caso confirmado e um caso descartado. :: LEIA MAIS »

Secretaria de Saúde de Salvador confirma mais dois casos de varíola dos macacos

Bahia confirma primeiro caso de varíola dos macacos

Foto: Reprodução/Sesab

A Secretaria Municipal da Saúde registrou, nesta segunda-feira (25), o quarto e o quinto casos confirmados da “Monkeypox”, doença conhecida como “Varíola dos macacos” no município. Os pacientes, ambos do sexo masculino, têm 29 e 34 anos, são residentes na capital baiana, e tiveram o início dos sintomas no dia 04 de julho.

Os pacientes não necessitaram de hospitalização, e seguem em isolamento, com boa evolução em domicílio. Eles tiveram contato próximo, e apresentaram febre de início súbito, dor lombar, erupção cutânea e dor de cabeça.
Dentre os casos suspeitos residentes em Salvador, 5 (22,7%) casos foram confirmados para Monkeypox (4 por critério laboratorial e 1 por critério clínico-epidemiológico). Todos os casos confirmados são do sexo masculino e mediana de idade de 29 (min-max 29-34) anos. Em relação as manifestações clínicas, todos os casos apresentaram febre, adenomegalia e erupções cutâneas. Dos 5 casos confirmados, 2 (40%) são residentes do DS Barra/Rio Vermelho e 3 (60%) do DS Cabula/Beiru.

Como acontece a transmissão?

A varíola do macaco pode ser transmitida pelo contato com fluidos corporais, secreções respiratórias, lesões na pele ou mucosas de pessoas infectadas. Há também o risco de contaminação pela utilização de materiais contaminados, como toalhas, roupas de cama e utensílios domésticos contaminados e/ou contato com animais infectados pelo vírus.

Sintomas

Os principais sintomas observados nos indivíduos infectados são febre, dor de cabeça, dores nas costas ou musculares, inflamações nos nódulos linfáticos, lesões na pele, que começam no rosto e se espalham pelo corpo, atingindo principalmente as mãos e os pés. :: LEIA MAIS »

Hospital da Mulher lança campanha de incentivo ao aleitamento materno

Hospital da Mulher lança campanha de incentivo ao aleitamento materno

Foto: ACM

A campanha do Aleitamento Materno do Hospital da Mulher vai ocorrer entre os dias 1º e 7 de agosto. A iniciativa de estímulo à amamentação, este ano tem como tema a criação de uma rede de apoio à mulher comprometida com a prática.

Segundo a coordenadora do Banco de Leite Humano, Nadja Vieira, o objetivo da campanha é incentivar as doações e aumentar o estoque do Banco de Leite

“Precisamos de mães doadoras que estejam saudáveis. No momento estamos com a quantidade suficiente para suprir as necessidades em, no máximo, dois meses”, afirma. :: LEIA MAIS »



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