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:: ‘Eleições 2018’

“A votação que tive é minha, diferente de outros deputados que tiveram ajuda da máquina”

Vereador Tom

Vereador e deputado estadual eleito Tom (Patri)

O vereador e deputado estadual eleito Tom (PATRI), em entrevista ao programa De Olho Na Cidade da Rádio Sociedade, afirmou que a sua votação em Feira de Santana é pessoal e dele. “Diferente de alguns deputados de Feira que são eleitos pela máquina”, disparou. Tom se considera como independente em nível de Bahia e em Feira de Santana faz parte da base do prefeito Colbert Martins da Silva (MDB).

Mais de 13 toneladas de lixo eleitoral já foram recolhidas em Feira de Santana

Lixo eleitoral em Feira de Santana - Fotos Anderson Dias - montagem Política In Rosa

Lixo eleitoral em Feira de Santana – Fotos Anderson Dias/ montagem Política In Rosa

Todo ano eleitoral é a mesma coisa. Passado o dia das eleições a cidade de Feira de Santana fica coberta de santinhos dos candidatos que geralmente são jogados nas portas dos colégios eleitorais. Esse ano não foi diferente. Até esta terça-feira (10) ainda se via diversos locais cobertos desse tipo de lixo. De acordo com a Secretaria Municipal de Serviços Públicos (SESP) até o momento já foram recolhidas mais de 13 toneladas de lixo eleitoral. O órgão informa ainda que o trabalho continua.

Sujeira promovida por políticos nas proximidades das seções eleitorais é alvo de reclamação

Vereador Álvaro Pithon

Vereador Álvaro Pithon (DEM)

O vereador Álvaro Pithon (DEM) durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), na manhã desta quarta-feira (10), reclamou da falta de respeito de alguns candidatos que promoveram um derrame de santinhos próximo às seções eleitorais. “Irresponsáveis. Essa falta de respeito continua tranquilamente”, disse o parlamentar sobre a prática, proibida por lei. “Espero que a Justiça eleitoral chame esses candidatos. Ganhem a eleição, mas não com falcatruas”, disse o edil.

MP Eleitoral é a favor de impugnação da candidatura por inelegibilidade

Luiz Carlos Caetano

Luiz Carlos Caetano (PT)

O Ministério Público Eleitoral, por meio da Procuradoria Regional Eleitoral na Bahia, entrou com recurso, na última quinta-feira (4), a favor da impugnação da candidatura de Luiz Carlos Caetano por inelegibilidade. O candidato a deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT) foi condenado por improbidade administrativa por desviar recursos públicos, enquanto ainda era prefeito de Camaçari (BA), e teve os seus direitos políticos suspensos por cinco anos – se tornando inelegível. O político obteve, no último domingo, votos suficientes para sua eleição, mas sua diplomação dependerá de decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o procurador Regional Eleitoral na Bahia, Cláudio Gusmão, a condenação de Caetano apresenta todos os elementos legais que configuram a inelegibilidade prevista na Lei Complementar nº 64/90: (a) decreto de suspensão dos direitos políticos por meio de (b) comando emanado de órgão judicial colegiado, decorrente de (c) ato doloso de improbidade administrativa que importe (d) lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito.

O MP Eleitoral já havia pedido a impugnação do requerimento de registro da candidatura de Caetano quando foi formulado pela coligação “Time do Trabalho por toda a Bahia”. Contudo, durante o julgamento do registro pelo Tribunal Regional Eleitoral na Bahia (TRE/BA), foi apresentada a informação de que a presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA), em decisão publicada em 22 de agosto de 2018, admitiu recurso especial à condenação por improbidade, suspendendo seus efeitos. Com isso, foi afastada a hipótese de inelegibilidade de Caetano. No entanto, o recurso foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça, em terceira instância, e o candidato tornou-se inelegível novamente. O que acontece agora? – O recurso vai ser apreciado pelo TSE, a quem caberá decidir se o registro da candidatura será impugnado ou não, e consequentemente, se o político será diplomado como deputado federal.

Targino Machado se pronuncia sobre nota do Democratas

Deputado estadual Targino Machado

Deputado estadual Targino Machado (DEM)

O deputado estadual reeleito Targino Machado (DEM) se pronunciou sobre a nota enviada a imprensa pelo presidente do partido a qual faz parte, ACM Neto. Segundo Targino, teve um belo começo, um ótimo meio e um péssimo fim. “O exposto nos primeiros parágrafos coaduna com o sentimento trazido pelas urnas democráticas no último domingo. Já o epílogo é um desastre de elucubração, ao negar o dantes exposto. Enfim, o que quer o Democratas? Admitir que parte dos seus líderes e militantes desembarquem no projeto petista?”, questionou o deputado.

Targino disse ainda que “está fora disto”. “Não existem alternativas no segundo turno das eleições presidenciais, o caminho é reto e único para os Democratas. Vou caminhar ao encontro da nova política. “Liberar os líderes e militantes” é admitir a existência e possibilidade de mais de um caminho, quando só existe um: Bolsonaro Presidente”, completou. Targino Machado é deputado estadual, está no quinto mandato e foi reeleito com a maior votação entre os deputados de oposição.

Vereador reclama de compra de votos e falta de fiscalização da PF nas eleições

Vereador Lulinha

Vereador Lulinha (DEM)

O vereador Lulinha (DEM) que foi candidato a deputado estadual e não conseguiu se eleger reclamou que houve compra de votos nessa eleição por parte de alguns candidatos. Segundo Lulinha, não houve por parte da Polícia Federal o mesmo rigor na fiscalização como houve na eleição para vereador. “Estava escancarado nos bairros e distritos de Feira de Santana a compra de votos. Não houve uma posição da Polícia Federal como houve na eleição de vereador onde a PF intimidou essa ação, o que deu a oportunidade de muitos vereadores se elegerem”, afirmou. Lulinha reclamou ainda da desorganização no processo eleitoral por parte do Tribunal Regional Eleitoral do Estado da Bahia.

Após Geilson não conseguir reeleição, Marcos Lima sugere que ele vire secretário

Vereador Marcos Lima

Vereador Marcos Lima (PRP)

Em seu discurso nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador Marcos Lima (PRP) agradeceu os votos que recebeu em sua candidatura para deputado federal nas eleições deste ano. “Participar de uma campanha maior nos traz experiência. Eu não estou triste, estava preparado para qualquer resultado. Conquistei 11.673 votos sem apoio do Governo e de lideranças, mas com o apoio do povo. Contudo, acredito que o nosso grupo político deveria ser mais fortalecido. Na política, a coragem tem que ser um pilar, mas, infelizmente, o que eu mais vejo são atos de covardia. A velha política de Feira de Santana falhou e o resultado é uma cidade com poucos representantes”, criticou.

Ainda na tribuna, o vereador lamentou a derrota do deputado estadual Carlos Geilson e sugeriu um cargo na Prefeitura Municipal para político. “É inacreditável que um homem honesto, ficha limpa e trabalhador como Geilson tenha ficado de fora por causa de poucos votos. O Governo Municipal deveria colocá-lo como secretário. A política de Feira não pode perder esse homem”, sugeriu.

Em aparte, o vereador Isaías de Diogo  (PSC) discordou do discurso de Marcos Lima. “O nobre colega está sendo injusto. Se o prefeito for nomear secretário todos que perderam a eleição eu não vou ficar de fora”, descontraiu. De volta com a palavra, Marcos Lima manteve sua posição. “Discordo de vossa excelência. Mantenho as minhas palavras”, concluiu.

“Não precisei me vender e nem vender meus bens para comprar voto”, diz vereador

Vereador Isaías de Diogo

Vereador Isaías de Diogo (PSC)

O vereador Isaías de Diogo (PSC) agradeceu a população de Feira de Santana e cidades circunvizinhas pelo voto de confiança em sua candidatura a deputado estadual. “Não existem motivos para choro, se eu chorar vai ser de alegria, pois, obtive 7.008 mil votos de confiança conquistados honestamente. Não precisei me vender e nem vender meus bens para comprar voto. Sigo mais maduro e de cabeça erguida. A luta não acabou. Meu povo ainda precisa muito de mim. Estarei sempre aqui. Viva a democracia!”, concluiu.