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:: ‘Lacen’

Lacen registra aumento de 234% no número de casos positivos de Covid-19 na Bahia

Lacen registra aumento de 234% no número de casos positivos de Covid na Bahia

Foto: Camila Souza/GOVBA

O crescimento do número de casos de positivos para o vírus da Covid-19 voltou a acender um alerta na Bahia. Com mais de 3 mil exames de RT-PCR analisados diariamente, o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) registrou um aumento de 234% na positividade dos testes para detecção da doença em relação aos exames realizados no período entre 1º a 12 de janeiro de 2022. A última vez que o estado atingiu essa marca foi em outubro de 2021.

A coordenadora Técnica dos Laboratórios de Vigilância Epidemiológica, Felicidade Pereira, explica que o dado mostra que, a cada 100 exames, o número saltou de 6,55 para 21,93 casos positivos. “A gente vê hoje que o percentual tem se elevado diariamente e isso atribuímos a essa nova variante Ômicron, o que é muito preocupante. Tínhamos índices baixos de positividade, mas agora já estamos vendo um reflexo de um novo cenário epidemiológico no estado”, alerta.

Até esta quinta-feira (13), o Lacen detectou, por meio de sequenciamento genético, 12 amostras da variante Ômicron na Bahia. Esse total representa 12,5% dos 96 sequenciamentos realizados em amostras coletadas no mês de dezembro. Além da identificação da Ômicron, foram detectadas 81 amostras da variante Delta e nas outras três não foi possível realizar a análise.

“É algo a ser monitorado de forma muito cautelosa para que as medidas sejam baseadas no cenário que venha a se instalar. Mas, de qualquer forma, é necessário destacar que, apesar do aumento da positividade, a gente tem que avaliar também o cenário do atendimento da rede hospitalar”, afirma a coordenadora. :: LEIA MAIS »

Lacen conclui 225 sequenciamentos genéticos de Covid-19 e confirma dispersão de variantes mais agressivas

Foto: Sesab

O Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Muniz (Lacen-BA), usando o que existe de mais moderno em pesquisa e sequenciamento genético, sequenciou 225 genomas completos do Sars-CoV-2 em pacientes residentes de 88 municípios baianos. O trabalho, que vem sendo realizado há oito meses, já detectou 21 linhagens em circulação na Bahia, entre elas oito cepas e três variantes de atenção apontadas pelo Ministério da Saúde: a P.1 (Manaus), P.2 (Rio de Janeiro) e B.1.1.7 (Reino Unido). O boletim divulgado nesta sexta-feira (14), que analisa casos de abril deste ano, confirma a predominância das variantes mais agressivas em toda a Bahia, sobretudo, a P.1.

Na avaliação do secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, isso é um alerta para a população. “As amostras foram baseadas na representatividade de todas as regiões geográficas do estado e identificar a dispersão de variantes mais contagiosas mostra que existe um risco aumentado para a internação e rápido agravamento do quadro clínico”, ressalta Vilas-Boas.

Todas as amostras avaliadas eram de pacientes com sintomas clínicos característicos, como dificuldade de respirar, cansaço, Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ou pneumonia, bem como eram casos suspeitos de reinfecção e óbitos. Com investimento superior a R$ 20 milhões nos últimos anos pelo Governo do Estado, o Lacen-BA tornou-se referência nacional para fazer o sequenciamento genético de amostras da Bahia e de outros cinco estados (Sergipe, Alagoas, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte). :: LEIA MAIS »

Lacen identifica variante peruana do coronavírus em circulação na Bahia

Foto: Divulgação / Sesab

Mais uma cepa foi sequenciada e identificada pelo Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Muniz (Lacen). Trata-se da linhagem peruana C.14, que foi introduzida no estado a partir de um viajante que aportou em Salvador de navio, em fevereiro.

Desde que começou a realizar o sequenciamento genético do vírus Sars Cov 2, responsável pela infecção pandêmica que já fez mais de 11 mil vítimas fatais na Bahia, o Lacen já identificou 13 diferentes linhagens do vírus em cerca de um ano, provavelmente vinculadas a múltiplos eventos de importações ocorridas simultaneamente e que justificam o alto número de infecções registradas no estado.

Os estudos indicam que o número de linhagens circulantes mudou com o tempo desde a identificação da linhagem B.1.1.162, a primeira confirmada por testes de sequenciamento genético em fevereiro de 2020, marcando a introdução primária de casos importados da Europa.

Em janeiro 2021 foram também detectadas no estado as novas variantes do SARS-CoV2 recentemente identificadas no Brasil, sendo elas a variante P.1 e P.2 isoladas pela primeira vez no norte e no sudeste do país. :: LEIA MAIS »



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