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:: ‘alagamento’

Temendo novo alagamento, moradores do Parque Panorama reivindicam prioridade da Prefeitura

Jean de Almeida

Jean de Almeida, representante da Associação de Moradores do local – Foto: Divulgação/CMFS

A possibilidade de sofrer com as consequências de um novo alagamento, a população do Bairro Parque Panorama está reivindicando uma ação mais ágil da Prefeitura, para solucionar o problema de drenagem na comunidade. A reivindicação foi feita por um representante da Associação de Moradores do local, durante o uso da Tribuna Livre da Câmara, nesta quarta-feira (11). Conforme relatou Jean de Almeida, o último incidente do tipo ocorrido no bairro foi devastador.

“Destruiu o sonho de pessoas trabalhadoras, que viram seus móveis serem destruídos por conta de obra mal feita e sem qualidade”, disse Jean, referindo-se à duplicação da rodovia na região. O representante da associação classificou como uma “caminhada árdua e sofrida”, esta que os moradores do bairro têm enfrentado há vários anos. Ele explicou que a incidência de alagamentos começou a partir do início de algumas obras em outros bairros da vizinhança.

Em razão destas dificuldades e humilhações, o pânico tomou conta das pessoas, conforme alertou Jean de Almeida. “Mas o motivo da vinda da comunidade à Casa da Cidadania é para cobrar que o Governo Municipal priorize o Parque Panorama na previsão de obras a serem realizadas pela Prefeitura este ano”, explicou. Ainda segundo o associado, informações que teriam sido veiculadas pela imprensa local e chegaram ao conhecimento da comunidade revelaram que o caso do Panorama ainda estaria sendo estudado pela administração pública. :: LEIA MAIS »

Prefeitura investe R$ 47 milhões em obras para acabar com alagamento no Campo Limpo

Prefeitura investe R$ 47 milhões em obras para acabar com alagamento no Campo Limpo

Foto: Washington Nery

A Prefeitura Municipal de Feira de Santana (PMFS) vai investir cerca de R$ 47 milhões em obras de macrodrenagem para acabar definitivamente com os transtornos enfrentados pela comunidade do bairro Campo Limpo com os alagamentos durante os períodos de chuva. As intervenções foram anunciadas pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, na noite desta quarta-feira (14), durante reunião com moradores das ruas afetadas, na Rua Monsenhor Moisés do Couto, 1971, sede da Igreja Aliança.

O prefeito José Ronaldo destacou a prioridade em seu governo para a execução das obras, cuja licitação já está publicada no Diário Oficial Eletrônico do Município (www.feiradesantana.ba.gov.br), edição desta quinta-feira (15). A licitação é internacional e visa à contratação de empresa de engenharia para a execução dos serviços.

Acompanhado de técnicos da Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) e da Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA), o prefeito José Ronaldo destacou a dimensão das obras, que serão executadas com recursos próprios do Município, por meio de empréstimos obtidos em banco do exterior. Revelou que a licitação pública está marcada para o dia 16 de março e que a previsão é de execução em aproximadamente 18 meses.

As obras de drenagem serão compostas por um canal de macrodrenagem e um túnel linear. Conforme o superintendente da SOMA, João Vianey, somente a rede principal terá 1.800 metros de extensão e, com os canais secundários, atingirá um total de 2.500 metros de extensão. :: LEIA MAIS »

Mapeamento aponta soluções para as áreas de alagamento em Feira de Santana

Mapeamento aponta soluções para as áreas de alagamento em Feira de Santana

Foto: Jorge Magalhães

As áreas de risco para alagamentos e inundações em Feira de Santana foram mapeadas e fazem parte do estudo sobre manejo de águas pluviais produzido pela Escola Politécnica da UFBA. O documento também aponta as soluções que deverão ser realizadas pelo Município.

No entanto, para executar as obras a Prefeitura informa que depende que a Câmara autorize o empréstimo na ordem de R$ 246 milhões.

O secretário municipal de Planejamento, Carlos Brito, afirma que o estudo envolve as bacias do Pojuca, Subaé e Jacuípe, levando soluções para bairros como Baraúnas, Gabriela, Mangabeira e Feira X. “Se o Município não implementar as propostas previstas no projeto, os moradores dessas áreas de risco terão dificuldades durante a vida toda. São problemas graves que afetam a segurança e provocam a perda de bens materiais”, enfatiza. :: LEIA MAIS »