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Secretaria intensifica ações de igualdade racial e apoio às minorias

Luize Arapiraca, coordenadora do projeto – Foto: Karla Ferreira
A Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres de Feira de Santana intensifica, ao longo do mês de março, as ações da Divisão de Igualdade Racial e da Divisão de Minorias dentro da programação especial do Março Mulher. A iniciativa amplia o debate sobre equidade, enfrentamento às violências e promoção da autonomia feminina, com atenção especial às mulheres negras e à comunidade LGBTQI+.
Embora seja amplamente reconhecida pelo atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica, a Secretaria também desenvolve políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial e ao acolhimento das minorias. As ações são realizadas durante todo o ano, mas ganham reforço especial neste mês, em alusão ao Mês da Mulher.
Entre os projetos de destaque está o piloto “Empreender é Libertar: Mulheres Negras em Ação contra a Violência”, que tem como foco o fortalecimento do empreendedorismo feminino, especialmente entre mulheres negras em situação de vulnerabilidade social. A proposta busca oferecer qualificação, orientação e incentivo para que essas mulheres conquistem autonomia financeira e rompam ciclos de dependência.
“Infelizmente, ainda lutamos contra uma realidade em que a maioria das mulheres vítimas de violência são mulheres negras, afrodescendentes ou que vivem em situação de vulnerabilidade social”, afirma a coordenadora do projeto, Luize Arapiraca. :: LEIA MAIS »
Governo criará grupo interministerial para reduzir violência contra minorias

Foto: Clarice Castro/Ascom-MDHC
A criação de um Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) para a redução das violências contra as minorias – entre elas, a população LGBTQIA+ – está entre as propostas do ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Silvio Almeida, para a atuação conjunta com o Ministério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP). Nesta quarta-feira (1º), o titular do MDHC recebeu o secretário de Acesso à Justiça, Marivaldo Pereira.
Também constam entre as propostas do encontro, o controle da atividade policial enquanto política de direitos humanos, a partir da utilização de câmeras nos uniformes de policiais; e a mediação de conflitos urbanos e no campo. “Queremos uma política de Estado na proteção dos grupos mais vulneráveis, independente da boa vontade de gestores, mas que seja de fato institucional”, disse o ministro.
Na ocasião, o secretário ressaltou que é importante ter espaço de diálogo entre os órgãos. :: LEIA MAIS »






