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:: ‘Bahia aplicará mais de R$ 6’

Bahia aplicará mais de R$ 6,7 bilhões na saúde em 2017

 Fábio Vilas-BoasO Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2017 do Estado da Bahia aponta que serão alocados R$ 6,7 bilhões na função Saúde, representando 15,3% do total de recursos destinados à área social.

De acordo com o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, “este é um recorde histórico e deve ser comemorado, pois estamos ampliando a infraestrutura hospitalar e fortalecendo a regionalização do sistema saúde”, aponta, ao ressaltar ainda que “este é um cenário bem diferente de diversos estados do Brasil, onde o subfinanciamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a redução de repasses federais têm provocado o fechamento de serviços e unidades de saúde”, afirma.

Segundo o secretário, em 2017 o governo do estado investirá R$ 600 milhões na construção, ampliação e reforma de unidades de saúde em diversas cidades, a exemplo de Candeias, Camaçari, Alagoinhas, Dias D’Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Salvador, Pojuca, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Vera Cruz, Santo Antônio de Jesus, Valença e Feira de Santana.

Além disso, quatro policlínicas regionais de saúde estão em construção e com obras aceleradas em Jequié, Teixeira de Freitas, Irecê e Guanambi. Com previsão de inauguração no primeiro semestre de 2017, as unidades serão geridas de forma compartilhada entre municípios e o Estado, por meio de Consórcio de Saúde. A meta é construir 28 policlínicas até o final de 2018, o que possibilitaria, simultaneamente, ampliar a oferta de serviços de média complexidade e descentralizar a assistência na Bahia.

O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, explica que esses equipamentos vão contribuir com a interiorização da saúde, e também para “desafogar” os grandes centros e evitar que os pacientes saiam dos seus municípios para serem atendidos. As policlínicas oferecerão até 18 especialidades, além de serviços de apoio ao diagnóstico como radiografia, tomografia, ultrassonografia, endoscopia e ressonância magnética.

Cada policlínica custará cerca de R$ 20 milhões entre obras e equipamentos, que serão assumidos integralmente pelo Governo do Estado. Já a manutenção mensal será compartilhada entre o Estado, que financiará 40% dos custos, e os municípios consorciados, que vão cobrir os 60% restantes proporcionalmente à sua população.

Outras obras também estão em ritmo acelerado. O Hospital Regional da Costa do Cacau, em Ilhéus, o Hospital da Mulher, em Salvador, o Hospital da Chapada, em Seabra, e o Hemocentro de Barreiras entrarão em funcionamento em 2017.



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