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:: ‘Sintrafs’

Justiça nega pedido de reintegração de rodoviários

Centenas de trabalhadores rodoviários de Feira de Santana foram surpreendidos nesta quinta-feira (21) com uma decisão judicial. A Justiça não acatou o pedido de reintegração dos trabalhadores demitidos pelas empresas do transporte coletivo da cidade, feito pelo Ministério Público do Trabalho e pelo Sindicato da categoria (Sintrafs), em função de alguns critérios técnicos. “Para a nossa triste surpresa, o juiz concedeu uma decisão favorável às empresas e manteve demissão de mais de 300 pais e mães de família. Segundo o entendimento a adesão à Medida Provisória só garante os empregos daqueles trabalhadores que fizeram parte do programa. Ocorre que muitos desses trabalhadores, foram justamente os demitidos”, explica o presidente da entidade, Alberto Nery.

Diante disso, o sindicato está fazendo uma convocação de todos os rodoviários que se enquadram nesta situação, para que possam recorrer da decisão. “Convocamos os trabalhadores do transporte que tiveram a sua jornada reduzida, ou o contrato suspenso por 60 dias, e ainda assim foram demitidos a nos procurarem, para apresentar a documentação que comprove a situação para tomarmos as medidas necessárias”, pede Nery.

Ainda de acordo com o presidente, outras medidas foram tomadas pelo sindicato para garantir os direitos dos trabalhadores. Trata-se de duas medidas cautelares que impedem as empresas de retirarem os veículos da cidade. “Não vamos permitir que estas empresas façam o que as anteriores fizeram. Os ônibus são uma garantia do pagamento de direitos trabalhistas”. :: LEIA MAIS »

Nery diz que outros debates tem que ser feito para discutir transporte em Feira de Santana

Alberto Nery no Debate sobre o transporte públicoO vereador Alberto Nery (PT), que participou do Debate Público para discutir o transporte público na cidade de Feira de Santana, como representante da Câmara Municipal, destacou que inciativas como esta precisam ser ampliadas. “O sistema de transporte público está falido e a Prefeitura não se manifesta. Precisamos levar essa discussão também para as comunidades, para que mais usuários possam opinar em relação ao serviço que utilizam. Parabenizo a iniciativa dessa programação e ressalto que estamos abertos para receber alternativas e discutir o sistema de transporte que queremos para Feira”, disse.

Sintrafs

O vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Feira de Santana (Sintrafs), José de Souza, ressaltou as dificuldades de quem convive de perto com a crise do setor. “Os problemas do sistema de transporte atingem os usuários e também a nossa categoria, que vive angustiada com a possibilidade do desemprego a qualquer instante. Nossa luta por melhorias é contínua, pois se o sindicato não se manifestar, nada muda, já que a Prefeitura não fiscaliza”, criticou.

Sintrafs envia nota pública à imprensa dando explicações sobre atual momento do transporte público

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Feira de Santana, presidido pelo vereador Alberto Nery (PT), enviou uma nota pública a imprensa falando sobre os últimos acontecimentos com a empresa Rosa, que teve 50 carros seu recolhidos por falta de pagamento, e a situação do sistema público de transporte da cidade, que de acordo com ele está falido. O Sindicato ainda negou que tenha apresentado qualquer empecilho para comprometer o fluxo normal do serviço de transporte, como foi dito pelo Via Feira. Veja:

Feira de Santana, 30 de janeiro de 2017

 Nota Pública

          Há anos, a comunidade de Feira de Santana sofre com a falta de um transporte público de qualidade. Os inúmeros e recorrentes problemas do sistema falido, criado pelo atual Poder Público Municipal, crescem cada vez mais. O resultado é um serviço ineficiente e com tarifas totalmente incoerentes com a realidade oferecida aos usuários.

         O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Feira de Santana (Sintrafs) representa uma categoria que também tem sofrido com o descaso e os desmandos da Gestão Municipal, única responsável pelo atual caos na cidade. É a Prefeitura quem deve ouvir a comunidade, seus anseios, além de fiscalizar e cobrar das operadoras um serviço digno para os usuários. Isso não tem sido feito e nós, trabalhadores do transporte, não podemos ser responsabilizados.

         Na última semana, aproximadamente 50 ônibus da empresa Rosa foram apreendidos conforme determinação judicial, pela falta de pagamento de seus financiamentos a uma instituição bancária. É importante registrar que a ação diz respeito a veículos adquiridos antes do início do contrato com a Prefeitura Municipal de Feira de Santana.

         Diferente do que divulgou a Via Feira, em nota emitida no último dia 29 de janeiro, o Sintrafs não anunciou nenhuma greve, ou paralisação, muito menos apresentou qualquer empecilho para comprometer o fluxo normal do serviço de transporte. Ao contrário: os trabalhadores compareceram às garagens, seus postos de trabalho, no horário regimental para cumprirem sua jornadas. Por conta da ausência dos veículos, foram liberados pela própria empresa, tendo em vista que a frota reserva não é suficiente para absorver toda a mão de obra existente.

         Não é justo que a Via Feira queira atribuir a nós, trabalhadores, a ausência de ônibus nas ruas. Felizmente, a comunidade já tem ciência dos fatos e já sabe o verdadeiro motivo das eventuais falhas no serviço.

         Ademais, queremos reiterar nosso compromisso com os trabalhadores e também com a comunidade, na busca por soluções destas dificuldades. Para isso, é preciso que a Prefeitura cumpra seu papel, dialogue com a comunidade e com os setores que podem contribuir com resolução dos problemas. O que não  podemos admitir é que os trabalhadores, usuários e a comunidade sejam mais uma vez prejudicados.

 Atenciosamente,

Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Feira de Santana

Presidente: Alberto Nery

Rodoviários de Feira poderão entrar em greve

Rodoviários de FeiraEm assembléia realizada na tarde desta quarta-feira (18) os rodoviários da cidade de Feira de Santana aprovaram o estado de greve. Com a decisão da maioria, caso não haja avanços em negociações com as empresas responsáveis pelo transporte público no município, a categoria pode efetivamente entrar em greve por tempo indeterminado. Uma nova reunião com a classe patronal será realizada nesta quinta-feira (19). “Este é o período adotado pela maioria das empresas para se discutir campanha salarial.

O Sintrafs encaminhou à classe patronal no mês de março uma pauta com as reivindicações da categoria. Já estamos em maio e ainda não obtivemos um retorno com resultados práticos. Hoje, apresentamos a situação aos companheiros e se na reunião marcada para amanhã (19_  nada for conquistado, nós poderemos decretar uma greve”, explicou o vice-presidente da entidade, José de Souza.

Segundo o vereador Alberto Nery que também é o presidente do sindicato, as reivindicações são justas. “Estamos reivindicando um reajuste compatível com o da inflação. Direito ao plano de saúde familiar, reposição de hora extra a 100%, também fazem parte  da pauta. As novas empresas ainda não pagaram férias, quinquênio e já alegam dificuldades. Não podemos ser penalizados por falhas da administração pública, que não combate o transporte clandestino, o que  diminui o fluxo de passageiros nos ônibus. Só queremos assegurar o direito do trabalhador, que tem sofrido muito nos últimos meses”, explicou Nery.

Ainda de acordo com o presidente, decretar uma greve é a última alternativa do sindicato. “Uma greve causa muitos transtornos para a cidade e não é o nosso objetivo deflagrá-la. Mas não podemos perder de vista a garantia do direito do trabalhador. Por isso, esperamos que as empresas apresentem propostas positivas, que atendam as necessidade da classe, para que haja um entendimento e tudo se resolva da melhor maneira possível. Não é justo que o trabalhador seja prejudicado, muito menos a comunidade. Vamos torcer para que tudo seja solucionado nesta quinta-feira (19)”, finalizou.

Empresas novas do transporte coletivo já chegam desobedecendo acordo coletivo

Vereador Alberto Nery (PT)

Vereador Alberto Nery (PT)

Segundo o vereador Alberto Nery (PT), os empresários das duas novas empresas que ganharam a licitação para cuidar do transporte coletivo urbano de Feira de Santana chegaram com uma postura ditatorial e não estão cumprindo com o acordo coletivo firmado com os rodoviários. O vereador, que é também presidente do Sindicato dos Rodoviários de Feira de Santana (SINTRAFS), disse ainda que eles estão querendo alterar esse acordo.

“Não acataram absolutamente nada com o que diz o acordo coletivo, mesmo após várias reuniões que tivemos com eles”, afirmou o vereador. De acordo com Nery, nem folgas aos domingos e nem mesmo o cumprimento de apenas duas horas extras diárias estão sendo respeitados. “O pessoal da empresa Rosa é o mais ousado e troncudo e acharão do lado de cá uma grande barreira. Se esses problemas não se resolverem durante essa semana, o sistema ficará parado”, prometeu.

Karoliny Dias

Sintrafs emite Nota Pública sobre ação do MP relacionada ao Transporte Público

Foto: Paulo José

Foto: Paulo José

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sintrafs), após o Ministério Público Estadual acionar as Empresas que prestam o serviço de transporte rodoviário coletivo urbano de passageiros em Feira de Santana na Justiça, emitiu nota pública falando sobre a situação que o sindicato chama de lamentável. Veja:

NOTA PÚBLICA

O transporte público do município de Feira de Santana vive hoje um caos absoluto. Além do péssimo serviço prestado à comunidade, com uma frota sucateada e insuficiente para a demanda, as empresas que o operam tem desrespeitado os trabalhadores rodoviários, cujos direitos trabalhistas não estão sendo cumpridos.

Essa situação lamentável tem sido denunciada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sintrafs) há meses. Além de contar com o apoio da imprensa, o Sintrafs tem prestado todas informações solicitadas pelo Ministério Público, através do promotor Sávio Damasceno, que fez um amplo trabalho de investigação do sistema de transporte da nossa cidade.

Em dezembro de 2014, após muitas tentativas de negociação para solucionar os problemas dos rodoviários (como o atraso de salário, falta de depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, dentre outras questões) sem obter sucesso, os rodoviários fizeram uma grande paralisação. Na ocasião, o Sintrafs sugeriu em reunião realizada na sede do Ministério Público, com a presença dos representantes das empresa e do prefeito do município, que fosse feita uma INTERVENÇÃO ADMINISTRATIVA prevista no contrato de concessão, já que as empresas declararam não ter mais condições de operar o sistema.

Infelizmente ela não aconteceu. A prefeitura tomou uma medida emergencial para sanar o problema dos atrasos salariais dos trabalhadores, mas soluções para efetivamente resolver as dificuldades do sistema não foram apresentadas.

 Desde então a situação só se agrava. Tornou-se comum vermos ônibus quebrados em vias públicas, oferecendo riscos aos trabalhadores e sobretudo a população. O FGTS dos rodoviários continua sem ser depositado há 36 meses, muitos deles estão com férias vencidas há dois anos, além da eminência de perderem o plano de saúde.

A prefeitura deu início a uma licitação para a contratação de novas empresas para operarem o transporte. Mas, feita de maneira equivocada, foi suspensa pela Justiça por ordem de ações movidas pelas empresas participantes. Enquanto isso, a comunidade que precisa do transporte e os trabalhadores continuam sendo vítimas de um sistema monopolizado. Uma vez que o Poder Público Municipal permitiu que apenas uma empresa operasse o sistema, permitiu o monopólio e é também responsável por esse caos. Afinal, não houve uma fiscalização da qualidade do serviço, que resulta numa tarifa que não condiz com a realidade, além dos problemas com o transporte clandestino.

Diante disso, é de se comemorar o pedido do Ministério Público para determinação da intervenção administrativa nas empresas concessionárias do Sistema, em ação ajuizada na última semana. Nós apoiamos essa inciativa e entendemos que ela deve levar em consideração todos os aspectos do problema. Caso a Justiça acate o pedido, acreditamos que é fundamental nomear uma junta formada pela Prefeitura, representante dos trabalhadores e MP para resolver a questão. Nomear apenas a Secretaria de Transporte e Trânsito como interventora pode não ser a solução definitiva, uma vez que ela também foi e é responsável pela crise que vive hoje o sistema. Como o órgão que permite que veículos não aprovados em inspeção de segurança (feita por determinação do próprio MP) circulem pelas ruas, pode assegurar um sistema eficiente e seguro para a população?

De qualquer maneira, o pedido do Ministério Público pode ser  o começo da solução do problema. Estamos confiantes na Justiça pois ela é a garantia de que os nossos direitos, enquanto trabalhadores e enquanto cidadãos, não serão violados.

Entretanto, esperamos que dessa vez, a Prefeitura Municipal assuma seu papel e as suas responsabilidades sobre o problema criado por ela própria no sistema de transporte.

Alberto Nery

Prsidente do Sintrafs



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