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:: ‘mulheres’

Formada exclusivamente por mulheres, banda Yayá Massemba se apresenta na Cúpula do Som

Banda Yayá Massemba

Foto: Divulgação

Formada exclusivamente por mulheres, a banda Yayá Massemba vem diretamente do Vale do Capão na Chapada Diamantina, apresentam uma sonoridade que se compromete com a ancestralidade, espiritualidade e resistência da cultura negra. O show “De umbigo à umbigo” traz canções autorais, como Avoar, Bambeia e Girei, em que revelam a forte conexão das compositoras com as tradições da cultura popular baiana, além de releituras de Mestras do samba da Bahia como Dona Aurinda, Dona Dalva e Dona Bete; e compositores baianos como Roberto Mendes, Roque Ferreira e Os Tincoãs. O evento será na Cúpula do Som no próximo sábado (30) às 21h30min.

Próximo mutirão do Programa de Gigantomastia tem data divulgada

Cirurgia de gigantomastia

Foto: Jorge Magalhães

A Prefeitura Municipal, por meio da Fundação Hospitalar de Feira de Santana (FHFS), divulgou a data da próxima campanha do Programa de Gigantomastia: 06 de março de 2020. No último dia 18 de outubro, decreto assinado pelo prefeito Colbert Martins Filho e publicado no Diário Oficial divulgou os nomes de 16 mulheres aprovadas na primeira etapa da campanha para a visita social, que consiste na segunda fase do Programa realizado no Hospital da Mulher desde o ano 2013. Segundo a presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, são realizadas em média duas cirurgias de mamas gigantes por mês, com previsão de aumentar para três em 2020. “O próximo mutirão está previsto para o dia 06 de março com os mesmos requisitos previstos em todas as campanhas”, acrescentou.

“Essa é uma ação importantíssima para as mulheres que sofrem com esse problema  e seguimos tudo conforme o protocolo estabelecido pelo médico cirurgião dr. Cesar Kelly. É  preciso salientar que o prefeito Colbert Martins tem um olhar dedicado para essas cirurgias e com previsão de aumentar o serviço no próximo ano, 2020”, completou a presidente da Fundação Hospitalar.

Mais de 300 mulheres feirenses já foram contempladas, desde 2013, com cirurgia reparadora de mama através do Programa Municipal de Tratamento das Gigantomastias realizado no Hospital Inácia Pinto dos Santos (HIPS), o Hospital da Mulher. O Programa é totalmente custeado pelo Poder Público Municipal através da Fundação Hospitalar de Feira de Santana (FHFS) e atende exclusivamente mulheres que residam na cidade. Além disso, a prioridade são pacientes que estejam em situação de vulnerabilidade econômico-social, além de ser mãe, maior de idade e com mamas com peso superior a 4 quilos, seguindo critérios da triagem bianual. :: LEIA MAIS »

Cadmiel solicita mutirão de redução de mama

Vereador Cadmiel Pereira

Vereador Cadmiel Pereira (PSC)

O vereador Cadmiel Pereira (PSC) usou seu tempo na tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana para expressar sua preocupação com o crescente número de mulheres com hipertrofia mamária (gigantismo mamário) na cidade.

Cadmiel solicitou ao prefeito Colbert Martins Filho que promova mutirões de redução de mama no município, com intuito de proporcionar qualidade de vida e melhorar a autoestima das feirenses. “Hipertrofia mamária é um problema que atinge inúmeras mulheres, de várias idades, principalmente jovens que na maioria das vezes sofrem bullying. A mama gigante causa problemas na coluna e, principalmente, na autoestima, podendo causar até depressão. Temos a obrigação de falar sobre esse assunto. Há um tempo houve esse mutirão, mas está precisando fazer novamente”, disse. :: LEIA MAIS »

Projeto estabelece cota para mulheres vítimas de violência doméstica nos programas de habitação

deputada estadual Talita Oliveira (PSL)

Deputada estadual Talita Oliveira (PSL) – Foto: Divulgação

A deputada estadual Talita Oliveira (PSL) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), um projeto de lei que estabelece cota para mulheres vítimas de violência doméstica nos programas de habitação de interesse social, na Bahia. A cota estabelecida pelo PL 23.601/2019 é de no mínimo 7% para as mulheres, que deverão justificar a situação de violência mediante apresentação de Boletim de Ocorrência, expedido por Distrito Policial, e relatório de encaminhamento e acompanhamento elaborado pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) ou outro órgão de referência de atendimento à pessoa vítima de violência doméstica.

“Considerando que o círculo de violência doméstica é difícil de ser rompido, visto que na maioria das vezes as mulheres vítimas são totalmente dependentes economicamente de seus parceiros, o que inclui a moradia, é necessário que seja oportunizado a essas mulheres um local para onde possam ir morar, auxiliando-as, assim, a se libertarem dos seus agressores”, justificou a deputada.

No projeto, a deputada sinalizou a dificuldade da mulher até de denunciar o seu agressor. “A violência doméstica é problema que demanda empenho dos vários campos do Estado, de forma que, apesar de louváveis os esforços já empreendidos, que levaram a avanços, como a promulgação da Lei Maria da Penha e a criação das diversas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher, faz-se necessário continuar a envidar esforços, a fim de possibilitar que as vítimas de violência doméstica afastem-se dos seus agressores”, falou a deputada. :: LEIA MAIS »

Mulheres que não realizaram exames durante o Outubro Rosa, podem comparecer ao CMPC

Mulheres que não realizaram exames durante o Outubro Rosa, podem comparecer ao CMPC

Foto: Jorge Magalhães

Mesmo com o movimento Outubro Rosa chegando ao fim, tendo em vista o término do mês dedicado à prevenção ao câncer de mama e de colo do útero, as mulheres de Feira de Santana ainda podem realizar os exames, de forma gratuita, no Centro Municipal de Prevenção ao Câncer – Romilda Maltez (CMPC). Os serviços que se intensificam no mês de outubro são ofertados durante todo o ano no equipamento mantido pela Prefeitura, através da Fundação Hospitalar de Feira de Santana.

Durante todo o período da campanha, o Governo do prefeito Colbert Martins Filho ampliou a oferta de atendimento, visando garantir a realização de exames a todos as mulheres que se dirigiram ao órgão. Somente nesta quarta-feira, 30, penúltimo dia da campanha, foram distribuídas 112 fichas no turno da manhã. Nesta quinta-feira, 31, os atendimentos foram iniciados às 7h da manhã e as fichas serão distribuídas a todas as mulheres que comparecerem ao órgão. “Ao chegar ao órgão, as pacientes precisam passar pela triagem, mas ninguém sairá sem marcar os exames necessários”, garante a coordenadora do CMPC, Kênia Lasse.

“Além desses serviços, as mulheres acima dos 50 anos, após passar pela triagem, também estão sendo encaminhadas para a realização da mamografia no CMDI (Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem). Estamos marcando ainda o preventivo, após os resultados dos exames a paciente será encaminhada para o Mastologista e se houver necessidade da Ultrasom de Mama faremos de imediato o encaminhamento”, explica. :: LEIA MAIS »

Cerca de 40% das mulheres que procuram o CRMQ se declaram evangélicas

Cerca de 40% das mulheres que procuram o CRMQ se declaram evangélicas

Foto: Divulgação

O agressor de mulher não tem ideologia política, formação cultural ou acadêmica – são donos de diploma ou analfabetos, estabilidade financeira – são ricos e pobres, nem raça ou religião predominantes. As mulheres acolhidas pelo Centro de Referência Maria Quitéria (CRMQ) vêm de todos estrados sociais. Em comum o estrago causado pelas agressões, que às vezes praticadas durante anos.

Cerca de 40% das mulheres que procuram o CRMQ se declaram evangélicas – não existem informações sobre a religião praticada pelos agressores – ex e atuais maridos, namorados, filhos, irmãos ou parentes.

De acordo com a coordenadora do centro, a assistente social Josailma Ferreira, aproximadamente metade das ligações para o 190 é relacionada à violência familiar. Outro número para denúncias é o 156. No CRMQ as mulheres são encorajadas a mais do que enfrentar a situação, mas a denunciar seus agressores. Romper esta barreira nem sempre é fácil, reconhece a coordenadora. :: LEIA MAIS »

Governo lança serviço para impulsionar a inserção das mulheres no mercado de trabalho

A ampliação da participação feminina no mercado de trabalho é o objetivo do SineBahia Mulher, que terá sua primeira unidade inaugurada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), na próxima segunda-feira (30), às 8 horas, no Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) do Comércio, em Salvador. Com atendimento de segunda à sexta-feira, das 7 às 15h30, a unidade vai desenvolver ações integradas para melhorar a qualificação, a empregabilidade e a condição socioeconômica das mulheres. O titular da Setre, Davidson Magalhães, explica que o SineBahia Mulher foi idealizado “para ser um instrumento efetivo de ação direcionado a mulheres em vulnerabilidade social, sobretudo chefas de família, desempregadas ou submetidas a situações de violência doméstica”.

Serão oferecidos os serviços de intermediação para o trabalho formal; habilitação do seguro-desemprego; cadastro na plataforma de intermediação para o trabalho autônomo – Contrate.Ba; emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); acolhimento psicossocial; assessoria jurídica; orientação trabalhista; inscrição para cursos de qualificação, além de brinquedoteca para crianças acompanhantes.

A iniciativa conta com a parceria da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM). “Vamos promover o treinamento com o recorte em gênero dos profissionais do SineBahia Mulher e abastecer a unidade com materiais de enfrentamento à violência e promoção da autonomia. O serviço marca um novo momento dentro da economia baiana e, com certeza, trará bons frutos para a promoção da igualdade de gênero”, destaca a gestora da SPM, Julieta Palmeira. (Secom)

Agressores de mulheres serão monitorados por tornozeleira eletrônica

tornozeleira eletrônica

Foto: Edson Ruiz

A Bahia passa a ter um sistema de monitoração eletrônica de pessoas em casos de violência doméstica contra a mulher. O lançamento da ferramenta foi realizado nesta quinta-feira (22), no auditório do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), em Salvador.

A medida é resultado de termo de compromisso assinado pelas secretarias de Políticas para as Mulheres (SPM-BA) e de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), em setembro de 2018, para que parte das tornozeleiras adquiridas pelo Governo da Bahia fosse disponibilizada para monitoração de acusados ou condenados em casos de violência doméstica e familiar contra as mulheres, especialmente nos casos em que há medida protetiva com ordem de afastamento do agressor da vítima. “A Seap atendeu ao seu compromisso acatando ao pleito da SPM e de várias organizações para que as tornozeleiras fossem disponibilizadas com esse propósito. Agora, o TJ tem a seu dispor as tornozeleiras para decidir sobre as indicações em cada caso”, afirmou a titular da SPM-BA, Julieta Palmeira. :: LEIA MAIS »



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