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:: ‘Médicos’

Sindicato delibera pelo fim da paralisação de profissionais médicos

Sindicato delibera pelo fim da paralisação de profissionais médicos

Foto: Divulgação

Após reunião com a secretária municipal de Saúde de Alagoinhas, Rosania Rabelo, e deliberação em assembleia, o sindicato de profissionais médicos (Sindimed) decidiu pelo fim da paralisação da categoria. Na manhã desta sexta-feira, o prefeito Joaquim Neto havia enfatizado a necessidade e os esforços da Administração Municipal para trazer uma solução definitiva que não incorresse em prejuízos para o atendimento à população. A resposta veio com celeridade: em menos de 24h após a deflagração da paralisação, a Secretaria Municipal de Saúde iniciou as tratativas com a classe e chegou a um acordo consensual com o sindicato. Com o fim da greve, os serviços e atendimentos prestados à população foram restabelecidos e funcionam regularmente no município.

A Rede Saúde, gestora dos contratos, também participou da reunião com o Sindimed-BA e o Município de Alagoinhas. A Secretaria de Saúde se comprometeu a realizar o pagamento dos créditos pendentes junto à Rede Saúde, totalizando um montante de R$ 852.883,28. Esses valores são referentes aos contratos que incluem a prestação de serviços médicos.

De acordo com o Sindimed, a Prefeitura repassou hoje o valor 187.230,70 reais para fazer face ao pagamento de 50% da parcela de janeiro, conforme acordo anterior. As outras três parcelas, destinadas a pagar o restante do valor devido, serão efetuadas em maio, respectivamente nos dias 10, 15 e 25. “Permaneceremos em estado de greve até o dia 21 de maio,  podendo  retomar a paralisação em caso de uma das parcelas não serem repassados em maio, nos dias 11, 16 e 21. Mas, de imediato, estamos felizes de ter havido um acordo para retomarmos o atendimento pleno à população”,  afirma a presidente do Sindimed-BA, Dra. Ana Rita de Luna Freire Peixoto.

Segundo o sindicato, a resolução da questão se deu em 24 horas após a greve ser deflagrada.  Os principais motivadores da medida de greve adotada pela categoria foram os atrasos salariais e a instabilidade nos contratos de gestão do trabalho médico.

Inscrição no Mais Médicos é prorrogada

Programa Mais Médicos

Programa Mais Médicos

As inscrições de profissionais no Mais Médicos foi prorrogada para 7 de dezembro, anunciou o Ministério da Saúde nesta quinta-feira (22). Ataques cibernéticos ao site do programa provocaram a mudança no calendário original, que tinha às 23h59 do próximo domingo (25) como prazo final previsto para habilitação. Podem disputar uma das 8.517 vagas disponíveis médicos com registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) ou com diploma revalidado no País. Segundo a pasta, os profissionais que conseguiram se inscrever tem até 14 de dezembro para entregar a documentação na cidade escolhida e começar a trabalhar. Balanço do ministério mostra que, até às 17h de quarta-feira (21), houve 11.429 inscritos com registro profissional no Brasil. Destes registros, 5.212 foram efetivados; já 3.648 profissionais escolheram uma cidade para exercer a profissão. Eles vão substituir os médicos da cooperação com Cuba que deixaram o programa.

Médicos se reúnem para discutir fluxo de atendimento da nova emergência do HGCA

Médicos se reúnem para discutir fluxo de atendimento da nova emergência do HGCA

Médicos se reúnem para discutir fluxo de atendimento

Discutir e analisar as etapas do processo de atendimento do paciente que chegará até a nova emergência do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) e sugerir modificações para diminuir o tempo de espera baseado no risco do paciente. Este foi o objetivo do encontro realizado na noite desta segunda-feira (18) no auditório do HGCA, com a presença de médicos e bucomaxilos, totalizando mais de 70 profissionais de saúde, que deverão atuar na nova emergência da unidade. Segundo Dr. André Guimarães, cirurgião cardiovascular e coordenador-geral da emergência do HGCA, a discussão referente a abertura da nova emergência foi bastante produtiva. “Debatemos diversas etapas de atendimento do paciente (acolhimento, classificação, espera, atendimento médico) e identificados possíveis gargalos. A implantação do acolhimento com classificação de risco e também do prontuário eletrônico sem dúvida vai modificar completamente o fluxo de atendimento na nova emergência do Clériston Andrade”, concluiu Dr. André Guimarães.

O prontuário eletrônico será realizado através do Sistema de Acompanhamento Hospitalar (SAH) e foi desenvolvido pela Secretaria da Saúde do Estado(Sesab). Durante o encontro foi formada uma comissão científica de médicos para criação de protocolos clínicos nas linhas de cuidado prioritária como infarto, AVC, sepse e trauma, além disso será revisado o protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco (ACCR) para o adaptá-lo à realidade local. A reunião contou com a presença do diretor-geral do HGCA, Dr. José Carlos de Carvalho Pitangueira, do vice-diretor médico, Dr. Aurélio Sciarretta, da coordenadora do SAME/Contas Médicas do HGCA, Karla Rios. “Além da nova estrutura física a emergência HGCA pretende avançar ainda mais em qualidade e ampliar o acesso de pacientes graves e semicríticos. Para isso acontecer toda rede de atenção às urgências (SAMU, Via Bahia, UPAs, PSFs e Policlínicas) deve funcionar de forma integrada”, afirmou Karla Rios, que também é integrante da comissão de desenvolvimento gerencial da nova Emergência.

Ilhéus: Médicos do Samu aguardam proposta de reajuste

Médicos do Samu aguardam proposta de reajuste em Ilhéus

Ilhéus

De acordo com o Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed-BA), as expectativas dos médicos do Samu de Ilhéus estão voltadas agora para o próximo dia 25, quando a prefeitura finalmente dirá quanto vai propor de reajuste salarial. “O salário mensal líquido é um dos mais baixos do Brasil, R$ 3.600, o que, somado às carências materiais do serviço, vem desestimulando a permanência no Samu. Cinco médicos já se desligaram por estes motivos e outros cogitaram sair em massa em função da demora em ver os problemas solucionados’’. Ainda de acordo com o sindicato, a mais recente reunião aconteceu dia 27 de abril entre os médicos e a secretária municipal de Saúde, Elizângela Oliveira, que informou terem sido alugadas duas ambulâncias cuja previsão de entrega é para o próximo dia 15. O serviço tem quatro delas, mas apenas uma apresenta condições de funcionamento. Informado sobre os sérios problemas no Samu de Ilhéus, o presidente do Sindimed, Francisco Magalhães, foi ao município participar da reunião e reforçar a luta por melhor salário e condições de trabalho.

“Outra grave queixa dos médicos é sobre o não pagamento do adicional de insalubridade, há cerca de um ano e quatro meses. Foram várias as reclamações feitas pelos profissionais, mas nenhuma providência tomada. Para resolver isso, a secretária pediu um prazo até o dia 14. No encontro, a prefeitura garantiu que os equipamentos de proteção individual já foram licitados e comprados”.

Magalhães disse que o sindicato e a categoria estão atentos ao cumprimento do que foi sinalizado pela prefeitura e dispostos a cobrar com firmeza providências no sentido de oferecer aos profissionais e pacientes um Samu de qualidade. E qualidade também significa o pagamento do 5º plantão que, segundo muitos médicos, vem sendo negado. Vale ressaltar que o Samu de Ilhéus, dotado de 12 médicos, regula mais sete municípios do entorno.

Sem salários, médicos decidem pedir demissão coletiva

medicos de braços cruzados

Médicos

Os médicos do Hospital Dr. Lauro Costa Falcão, em Riachão do Jacuípe, decidiram entregar nesta quarta-feira (14) uma carta de demissão coletiva à empresa gestora, o Instituto de Saúde e Assistência Social (ISAS). De acordo com o Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindmed-BA), o mês de fevereiro não foi pago a ninguém e uma parte dos médicos também está sem receber janeiro. Cópia da carta será entregue à prefeitura e a parlamentares do município.

Ainda segundo o sindicato, os profissionais deram um prazo até a manhã de sábado (17) para que os gestores apresentem uma garantia de que os pagamentos serão regularizados e o fornecimento de medicamentos e insumos não sofra interrupção. A ausência de antibióticos, por exemplo, prejudica seriamente o tratamento dos pacientes. Diante destes problemas e da indiferença da empresa gestora, os profissionais relutam, inclusive, em assumir os plantões, num clima de total insatisfação.

Em meados de janeiro, uma mobilização dos médicos chegou a provocar um recuo na disposição dos gestores em cortar postos de trabalho e reduzir salários. Numa reunião com os profissionais, representante do ISAS se comprometeu a regularizar o pagamento salarial e o repasse de insumos do hospital. Segundo o sindicato, a palavra não foi cumprida e os médicos não encontraram outra forma de cobrar melhorias e de protestar senão pedindo demissão coletivamente.

Médicos do Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus paralisam suas atividades

Hospital Regional de Santo Antônio de JesusOs médicos do Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus (HRSAJ) decidiram paralisar as atividades por tempo indeterminado a partir desta sexta-feira (23). Somente pacientes graves serão atendidos enquanto a paralisação for mantida. Os profissionais vêm enfrentando atraso salarial que já dura três meses, sem perspectiva de regularização.

De acordo com a categoria, eles tentou de todas as formas negociar com o Instituto Fernando Filgueiras (IFF), empresa que administra o hospital e com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), mas sem sucesso. Eles alegam que só restou a alternativa de cruzar os braços para sensibilizar os patrões.

Com o objetivo de solucionar o problema o quanto antes, um ofício foi encaminhado pelo Sindimed à diretoria do IFF, Sesab, Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Estadual (MPE) e ao Cremeb.

Médicos de UPAs prometem paralisações

A partir desta quinta-feira (01), médicos prometem paralisações e operações padrão nas unidades de pronto atendimento (UPAs) de Salvador. Eles garantem também que os atendimentos de urgência estão mantidos. Pacientes classificados com fichas vermelhas serão atendidos. Os demais devem procurar outras unidades.

O protesto é por melhores condições de trabalho e contra o edital de contratação de novos médicos através de Reda (Regime de Direito Administrativo), que propõe salário abaixo do que é praticado atualmente e várias outras distorções de função.  A greve é por tempo indeterminado, até que a Prefeitura faça os ajustes necessários nos critérios de contratação.

A paralisação atingirá inicialmente as UPAs Adroaldo Albergaria, em Periperi, Hélio Machado, em Itapuã e o Centro de Saúde Rodrigo Argolo, em Tancredo Neves, que são as primeiras afetadas pelo Reda.

Caso a proposta aviltante do Reda não seja reformulada, a paralisação que começa nessas três unidades se estenderá, gradativamente, às demais UPAs do município. A greve tem por objetivo reverter os abusos da Prefeitura, que prejudicam os médicos e a população.

Distorções

A categoria diz que o edital publicado no final do ano passado contém uma série de inconformidades, entre elas atribuições profissionais consideradas como descabidas, que aumentam a sobrecarga de trabalho e podem prejudicar ainda mais o atendimento à população.

Além disso, os critérios de seleção são subjetivos e dão margem a direcionamentos e manipulações na hora de definir quem será contratado.

O Sindimed destaca ainda que já solicitou a impugnação do edital, mas a Prefeitura insiste em manter o que a classe diz ser distorções. Entre elas, por exemplo, a atribuição de orientação de estudantes de medicina sem remuneração adicional.

O assunto já foi tratado em reunião no Cremeb e em assembleia dos médicos, no dia 22 de janeiro, quando foi definida a paralisação.

Desrespeito e ameaças

O Sindimed ressalta ainda que além “do desrespeito aos novos, os médicos que estão há mais tempo na Prefeitura também vivem um clima de instabilidade”. Segundo o sindicato, profissionais que trabalham há anos nestas unidades estão sendo ameaçados de demissão, a partir de fevereiro. “O clima é tenso e tudo circula em forma de boatos. Os médicos não receberam nenhum comunicado da Prefeitura tratando do assunto”, dizem.

Os médicos estão mobilizados para barrar esse Reda e garantem que contam com o apoio da população. “A luta é por melhoria na rede de Saúde, ambiente de trabalho digno e atendimento de qualidade aos usuários”, finalizam.

Reunião discute situação dos médicos da Sesab

A 2ª Coordenadoria de Controle Externo (2ª CCE) promoveu, na manhã de quinta-feira (09.03), uma reunião com os representantes da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e do Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed). A reunião teve como objetivo fomentar o controle social e discutir a situação dos médicos terceirizados da Sesab. Com problemas em relação ao contrato de trabalho, os médicos contratados estão sem receber por falta de pagamento. Ao final da reunião, ficou decidido que eles farão novos encontros para tratar desse e de outros assuntos relacionados à auditoria de saúde.

Estiveram presentes na reunião a coordenadora da 2ª CCE, Márcia da Silva Sampaio Cerqueira; o coordenador da 6ª CCE, Maurício Souza Ferreira; o superintendente técnico José Raimundo Bastos de Aguiar e o representante da Sutec, Paulo Rocha. Além do chefe de gabinete da Sesab, Luiz Cláudio Guimarães Souza; a superintendente de Recursos Humanos da Saúde, Maria do Rosário Costa Muricy; a representante da Superintendência de Atenção Integral à Saúde, Rose Katharine Borges, e o procurador do Ministério Público Estadual, Fábio Veloso.

Participaram ainda do encontro o presidente do Sindimed, Francisco Jorge Silva Magalhães; o vice-presidente, Luiz Américo Pereira Câmera, e a advogada, Cláudia Bezerra Batista Neves.

Médicos da Maternidade José Maria de Magalhães fazem paralisação na próxima segunda (29)

 médicos na Maternidade José Maria de MagalhãesOs médicos na Maternidade José Maria de Magalhães, no bairro Pau Miúdo, em Salvador, fazem paralisação de 24 horas, na próxima segunda. Os profissionais protestam contra o atraso dos salários, que vem se repetindo nos últimos meses. A paralisação é de advertência, mas, caso o problema persista, os médicos estão dispostos a entrar em greve por tempo indeterminado.

O vice-presidente do Sindicado dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed), Luiz Américo Câmara, assinala que os médicos já enfrentam condições precárias de trabalho na maternidade e não aceitam ser ainda mais penalizados. “É inadmissível o que está acontecendo, os profissionais exigem que os salários sejam pagos em dia”, ressalta Américo.

Na avaliação do Sindimed, o que ocorre hoje é um desrespeito que atinge não apenas os profissionais da saúde, mas toda população. Quando o Governo do Estado permite à Santa Casa – gestora terceirizada da maternidade -, deixar de pagar os salários, quer dizer que não valoriza as pessoas que são assistidas na unidade hospitalar.

Após cinco meses de greve, médicos retornam as atividades em Camaçari

Médicos de CamaçariOs médicos de Camaçari decidiram retornar integralmente às atividades nesta quarta-feira (17), encerrando uma greve iniciada em março. A decisão foi tomada em audiência no Ministério Público do Trabalho na terça-feira (16). As partes concordaram com a proposta de criação de uma comissão permanente integrada por representantes da administração municipal, do Sindimed e médicos dos município para discutir, encaminhar e acompanhar as pendências relacionadas às condições de trabalho e plano de cargos e salários. Foi designada a primeira reunião da comissão para o dia 25, às 10h, na Secretaria de Saúde do Município.

Será, inclusive, discutida no âmbito dessa comissão a revisão do PCCV, com a participação do Sindimed. Quanto à questão da segurança, o prefeito informou ter sido iniciado o trâmite administrativo para a contratação de serviço de monitoramento por câmeras para as unidades de pronto atendimento e policlínica, o que atende em parte as reivindicações da categoria. Estiveram presentes na audiência, dentre outros, o prefeito Ademar Delgado e seu secretário de Saúde, Washington Couto, que alegaram não terem condições de implementar a incorporação das gratificações (produtividade SUS) devido aos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

A audiência foi presidida pelo procurador Pacífico Antônio Rocha e teve a particiação do procurador-chefe Alberto Balazeiro. Perante os representantes do MPT, o Município se comprometeu a não adotar medidas retaliatórias contra os participantes da greve, que teve como objetivo principal o resgate de condições dignas de trabalho para os profissionais, inclusive no quesito segurança para médicos e pacientes. Mas, o Sindimed considera um ato de retaliação a recusa da prefeitura em voltar atrás na suspensão do contrato Reda da única reumatologista da rede municipal, comprometendo-se apenas a substituí-la através de contrato terceirizado.

Médicos do Hospital Regional de Juazeiro entram em greve amanhã

 Hospital Regional de JuazeiroOs médicos do Hospital Regional de Juazeiro estão novamente sem salários, desta vez os de junho, e decretaram greve após tentativas de entendimento com os gestores. O atraso salarial atinge todo o quadro de funcionários, sendo 74 médicos que a partir desta sexta-feira (22) só atendem casos de emergência, em sinal de protesto.

Referência regional no atendimento em clínica médica e clínica cirúrgica, o hospital é procurado por comunidades de 53 municípios da rede PEBA (Pernambuco e Bahia).  É administrado pela Associação Proteção à Maternidade e à Infância de Castro Alves (APMICA), sendo o único da rede estadual que mantém carteira assinada em lugar da famigerada ‘pejotização’.

Outra grave queixa é sobre a carência de insumos em geral, o que gera forte descontentamento também no público atendido. O clínico José Carlos Tanure Júnior, delegado do Sindimed na região, lamenta que a Sesab ainda não tenha atendido o pleito dos medicos. A categoria fez uma paralisação de advertência nos dias 14 e 15 de junho na tentativa de pressionar a Sesab a apresentar um cronograma de atendimento das necessidades.

Após ameaçarem nova greve no dia 28 daquele mês, os médicos receberam uma comunicação da APMICA informando que a secretaria apresentou uma proposta de reestruturação do hospital. Eles aí decidiram apostar na promessa, mas se decepcionaram novamente. Outro motivo de descontentamento é a demora na aquisição de um tomógrafo para o hospital.

Para a aquisição do equipamento por parte do governo do estado, uma ação civil pública foi proposta pela promotora de Justiça Rita de Cássia Rodrigues de Souza. A ACP determinou que o governo baiano destinasse R$ 600 mil da verba de publicidade para a compra do aparelho, mas, segundo Tanure Júnior, ainda não há perspectiva de recebimento.

Médicos do Hospital da Criança mantêm mobilização

médicos do Hospital Estadual da CriançaO presidente do Sindimed, Francisco Magalhães, esteve em Feira de Santana na última sexta-feira (15) para mais uma assembleia dos médicos do Hospital Estadual da Criança (HEC), que estão com as atividades suspensas em protesto contra o atraso salarial dos meses de maio e junho e condições precárias de trabalho. A população também foi convocada para participar das discussões sobre a situação atual do HEC.

Na assembleia, os médicos reafirmaram a exigência pela mudança da forma de contratação para carteira assinada (CLT) e cobraram definição por parte da Sesab sobre qual será a futura empresa que assumirá a gestão do hospital, já que o contrato com o Imip (Instituto Materno Infantil de Pernambuco) já foi encerrado.

De acordo com Francisco Magalhães está marcada para próxima sexta-feira, 22, uma audiência no Ministério Público de Feira de Santana, sob a mediação da procuradora Rosineide Moura. A expectativa é que nesta audiência haja acordo e as reivindicações dos profissionais sejam atendidas.

 

Câmara Municipal de Feira de Santana - Lado a Lado


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