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:: ‘empregos formais’

Feira de Santana teve ganho de empregos formais em junho, mas fecha 1º semestre com saldo negativo

Feira de Santana

Feira de Santana – Foto: ACM

Junho foi o segundo mês no semestre que a diferença entre empregados e desempregados apresentou-se positiva em Feira de Santana. O saldo foi de 35 postos de trabalhos com carteira assinada. O outro mês foi janeiro com 73 vagas.

Entretanto, o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) apresentou que o saldo foi negativo no primeiro semestre com o fechamento de 4.195 postos de empregos formais – foram contratadas 13.487 pessoas e demitidas 17.682.

As demissões estão relacionadas ao agravamento da pandemia da Covid-19, principalmente nos meses de março (saldo negativo de 473 vagas), abril (2.429) e em maio (1.360). No trimestre da pandemia, 4.267 vagas de empregos foram fechadas. :: LEIA MAIS »

Feira de Santana perde quatro mil empregos formais no trimestre da pandemia

Feira de Santana

Foto: Divulgação/PMFS

No trimestre da pandemia, pouco mais de quatro mil postos de trabalho com carteira assinada foram fechados em Feira de Santana. O município se destaca pela força do comércio e o dinamismo no setor de serviço. Ambos setores geram milhares de empregos. E, por consequência, são eles que mais demitem nos momentos de crise. E agora não está sendo diferente. Foram exatas 4.099 demissões.

No ano passado, Feira de Santana gerou superávit neste setor, com saldo positivo de mais de 1,7 vagas de emprego formais geradas.

De acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), órgão do Ministério do Trabalho e Emprego, a diferença entre demissões e contratações em maio foi negativa em 1,3 mil. :: LEIA MAIS »

Em 2019, Feira de Santana teve saldo positivo de empregos formais

Feira de Santana

Foto: ACM

A diferença entre admissões e demissões no mercado formal no ano passado em Feira de Santana gerou saldo positivo de 1.185, o sétimo melhor desempenho do estado, aponta Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Pelo segundo ano consecutivo, o município apresenta ganho de mais de mil novos postos de emprego, que é considerado avanço em se tratando num cenário econômico acinzentado.

No período foram realizadas 35.347 contratações e 34.347 desligamentos. Os setores que mais geraram empregos foram o de serviço e o comércio, ambos considerados fortes no município.

Feira de Santana ficou à frente de potências estaduais geradoras de empregos, como Camaçari. Lauro de Freitas apresentou perda de mais de três mil vagas, no ano passado. “O importante é não ter empregos formais perdidos, pois estamos atravessando um período não muito favorável à sua geração”, afirmou o  secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Júnior. :: LEIA MAIS »

Salvador é líder em criação de empregos formais no Norte e Nordeste

Salvador é líder em criação de empregos formais no Norte e Nordeste

Carteira de Trabalho

Salvador foi a capital do Norte e Nordeste que mais criou empregos formais na região em janeiro deste ano. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados hoje (05), foram 775 novos postos com carteira assianda na cidade, números que colocou o município na 7ª posição entre as capitais brasileiras que mais geraram ocupações nessa modalidade, atrás apenas de São Paulo (5.565), Curitiba (3.582), Brasília (2.831), Belo Horizonte (2.095), Goiânia (862) e Florianópolis (818). Entre ocupações formais e informais, a capital baiana está na 3ª posição, segundo o IBGE.

Os setores de Serviços e Construção Civil foram os destaques na criação de postos formais. “O levantamento mostra mais uma vez aquilo que já confirmamos. O Salvador 360, principalmente através das ações do eixo Negócios, vem promovendo e estimulando o desenvolvimento do segmento imobiliário da cidade e em diversos outros setores da economia. O destaque na área de serviço mostra a força do segmento de hotelaria, que se desenvolve cada vez mais”, pontua o secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sérgio Guanabara.

Pessoas ocupadas – Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C), divulgados pelo IBGE, demonstram que Salvador está na posição de terceira maior capital em número de pessoas ocupadas nos mercados formal e informal, depois de São Paulo e Rio de Janeiro. No total, a capital baiana alcançou pouco mais de 1,5 milhão de ocupados formais e informais. Além disso, a taxa de desocupação caiu de 16,5% para 13,6% no comparativo com o quarto trimestre de 2016.



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