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:: ‘Câmara Municipal de Feira de Santana’

Secretário é denunciado na Polícia Federal e Câmara articula CPI da Saúde

Vereador e presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Fernando Torres (PSD).

Vereador e presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Fernando Torres (PSD).

Após protocolar denúncia contra o secretário de Saúde, Marcelo Brito, na tarde desta quarta (15), na Polícia Federal, o presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Fernando Torres (PSD), anunciou que está sendo viabilizada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar irregularidades financeiras na área de saúde. A iniciativa é do vereador Silvio Dias (PT) e o processo está na fase de coleta de assinaturas.

“Estivemos na Polícia Federal, junto com uma comissão de vereadores, e o delegado Fábio Marques acatou a nossa denúncia e prometeu apurar”, contou Fernando Torres, na sessão desta quinta-feira (16). Na PF, foram apresentadas notas fiscais que comprovam que a empresa GSM, supostamente pertencente ao secretário Marcelo Brito, recebeu dinheiro da pasta durante dois meses por serviços prestados.

De acordo com o presidente, a referida empresa, que segundo ele tem sede no Hospital de Traumatologia e Ortopedia (HTO), prestou serviços de consultoria para a UPA da Queimadinha por R$400 mil, quando o preço de mercado fica em torno de R$20 mil. “É um absurdo e parece que houve mais notas fiscais”, disse Torres, comparando a situação ao caso da prefeitura de Guarujá (SP), onde o prefeito Valter Suman foi preso.

“É uma nova forma de roubar, as UPAs precisam é de médicos, enfermeiros e remédios”, destacou Fernando Torres, ressaltando que, por meio da CPI, será pedida a prisão dos envolvidos. Ele criticou a justificativa de Marcelo Brito de que não era secretário quando ocorreu a prestação dos serviços. “É o rato tomando conta do queijo”, pontuou, lembrando que trata-se de recursos federais. :: LEIA MAIS »

Jhonatas Monteiro cobra políticas públicas para bairro da Queimadinha

Vereador Jhonatas Monteiro (PSOL) – Foto: Divulgação / Ascom

Na sessão desta quarta-feira (15) na Câmara Municipal de Feira de Santana, o vereador Jhonatas Monteiro (PSOL) usou a tribuna para falar sobre o tiroteio que ocorreu no bairro da Queimadinha na noite de ontem. A troca de tiros durou cerca de uma hora, aterrorizando as moradoras e moradores do local.

O vereador salientou que é “nascido e criado na Queimadinha”, onde ainda reside, e falou sobre o abandono histórico do bairro pelo poder público. Para Jhonatas, a falta de políticas públicas é fator determinante para os altos índices de violência registrados na região, sobretudo nas proximidades da Lagoa do Prato Raso, onde o tiroteio ocorreu. “Aquela é uma área historicamente largada, abandonada, é uma das áreas mais precárias do ponto de vista da infraestrutura, basta ver os alagamentos, que tiram o sono das pessoas todo ano. É uma das áreas mais precárias do ponto de vista da garantia de outros direitos sociais, basta ver a situação das crianças e dos adolescentes. Se uma área é abandonada daquela forma, mesmo sendo às portas do centro da cidade, é óbvio que alguém vai tomar conta”, disse.

O vereador aproveitou a oportunidade para relembrar que seu mandato protocolou, ainda no mês de agosto, uma indicação à prefeitura para que a área da Lagoa do Prato Raso fosse revitalizada e transformada em parque público. Conforme ele, a indicação incluía ações de saneamento e urbanização, com garantia de moradia digna para as pessoas, e foi acompanhada por um projeto elaborado por engenheiros voluntários. “O mandato, entretanto, ainda não obteve respostas sobre o documento ou sobre a perspectiva de realização de qualquer intervenção na área”, relatou. :: LEIA MAIS »

“Vereadores insatisfeitos com minha presidência querem entrar na justiça para me retirar da administração”, diz Torres

Vereador e presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Fernando Torres (PSD).

Vereador e presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Fernando Torres (PSD).

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Fernando Torres (PSD), em seu pronunciamento na manhã desta quarta-feira (08), no Legislativo feirense, declarou que sete vereadores que estão insatisfeitos com a sua presidência querem entrar na justiça. “Fiquei sabendo que sete vereadores estão insatisfeitos com a minha presidência aqui nesta Casa e, por isso, querem entrar na justiça para me retirar da administração”, declarou Fernando Torres. Ele garantiu que continuará administrando a Câmara com rigor e tratando o dinheiro público com honestidade.

“Estou bastante surpreso com as notícias, porque a nossa administração é baseada na honestidade e no rigor; em alguns momentos somos duros, mas porque, às vezes, a gente nega que o carro da Câmara seja usado para levar eleitores a Salvador, por exemplo. O carro deve ser usado para levar o vereador a Salvador ou qualquer outro local no exercício da função”, disse.

E continuou: “Então, fiquei surpreso, até porque as pessoas que chegam aqui na Casa parabenizam a nossa administração, a exemplo de Uziel Bueno, profissional da imprensa da Band, a nível estadual, assim como outros jornalistas e radialistas feirenses que elogiam a nossa administração. Nós trabalhamos com rigor e sinceridade com os vereadores. Eu vou sair da Casa porque combato o prefeito corrupto? Vou sair da Casa porque busco economizar o dinheiro da Câmara?”, indagou. :: LEIA MAIS »

Fernando Torres e Petrônio Lima: confusão e acusação sobre possível prática de “rachadinha”

Fernando Torres e Petrônio Lima - montagem site Política In Rosa

Fernando Torres e Petrônio Lima – montagem site Política In Rosa

Petrônio Lima (Republicanos), que é suplente do vereador licenciado Eli Ribeiro (mesmo partido), em seu pronunciamento nesta quarta-feira (01), na Câmara Municipal de Feira de Santana, respondeu as reclamações do vereador Correia Zezito (Patriota) sobre os vereadores de mandato. Correia convocou os seus colegas para voltarem à Casa e defenderem o Governo Municipal, entregando as Secretarias aos suplentes de vereador.

“Esse assunto de suplente não me incomoda em nada e não vou subir aqui para falar sobre esse assunto toda hora. Para alegria de uns e tristeza de outros, convidei o secretário Eli Ribeiro hoje para fazer uma visita e quero dizer a vocês: irei ficar nessa Casa até o prazo que a Justiça Eleitoral me permite”, falou Petrônio.

De acordo com Petrônio, os suplentes de vereador incomodam porque trabalham. “O que a população quer ver é trabalho, independente de ser suplente ou vereador de mandato. Estou trabalhando para retornar a esta Casa na próxima eleição como vereador, se assim a população aprovar. E jamais vou discriminar um suplente porque o presidente desta Casa, Fernando Torres e diversos que estão aqui já foram suplentes, e isso não os diminui em nada. O povo quer ver a gente trabalhando e não fazendo essa algazarra que acontece aqui. Qual benefício que isso traz para o povo? Não está bonito”, disse.

Petrônio ainda falou que qualquer um dos vereadores tem capacidade de trabalhar, independente do prefeito ou do presidente da Câmara. “Só eu sei da minha responsabilidade que é de substituir o vereador licenciado, Eli Ribeiro. Não estou de brincadeira. Vim aqui para trabalhar. Aqui o que me serve é meu salário. Não vim aqui para mais nada do que isso e prestar um bom trabalho. Não vim para troca de emprego, de favores, nem nada. Eu vim para mostrar serviço e a sociedade de Feira de Santana tem enxergado isso”, declarou.

Resposta de Fernando Torres

Após Petrônio finalizar seu pronunciamento, o presidente da Casa, Fernando Torres (PSD), lembrou que já foi suplente com 67 mil votos. “Meu gabinete era completo e não dividia salário com ninguém, viu excelência? Fui suplente da deputada Moema Gramacho, que virou prefeita de Lauro de Freitas”, ironizou. Petrônio respondeu que também não divide salário. “Não divido salário, senhor presidente. O salário cai em minha conta e é integral. Não divido salário com ninguém”.

O clima esquentou e a discussão acabou virando uma troca de acusações. Fernando retrucou com Petrônio. “Se a carapuça caiu na cabeça da vossa excelência é porque deve ser verdade. Deve ser verdade o que a cidade fala que vossa excelência divide salário”, disse.

Petrônio não ficou quieto diante da acusação. “A carapuça não serviu, presidente. O senhor falou e quem desceu da tribuna agora fui eu. Não tenho costume de fazer rachadinha, não”, disparou.

“Rachadinha” é o nome popular dado para “desvio de salário de assessor”. Na prática, trata-se de uma transferência de parte ou de todo salário do servidor para o parlamentar ou secretários a partir de um acordo anteriormente estabelecido entre as partes.

Assista o vídeo da confusão:

Professor Ivamberg critica falta de planejamento em obras da cidade

Vereador Professor Ivamberg (PT) – Foto: site Política In Rosa / Anderson Dias

Na manhã desta quinta-feira (2), em discurso na Câmara Municipal, o vereador Professor Ivamberg (PT) criticou a falta de planejamento das obras da Prefeitura de Feira de Santana. Ele falou sobre o BRT e a duplicação da avenida Artêmia Pires, com previsão para ser iniciada em fevereiro de 2022.

Segundo o edil, o secretário de Planejamento do Município, Carlos Brito, está na pasta há mais de 20 anos e é responsável pelo fornecimento de alvarás e habite-se na cidade, além da fiscalização. Por isso, não pode terceirizar a culpa por irregularidades em obras feitas anteriormente: “Onde estava a prefeitura quando essas obras foram feitas?”, questionou.

Ivamberg pontuou a falta de planejamento na construção do BRT, mencionando o ocorrido nesta quarta-feira (1°), na estação da avenida João Durval, quando um veículo ficou preso: “Um caminhão de uma empresa de alimentos ficou enganchado numa das estações e não é a primeira vez que isso acontece. Seria cômico se não fosse trágico”, afirmou o edil. :: LEIA MAIS »

“Não cabe a gente ficar se digladiando um com o outro e esquecendo de fazer nosso papel”, adverte vereador

Vereador Jurandy Carvalho

Vereador Jurandy Carvalho (PL)

O vereador Jurandy Carvalho (PL), em seu discurso nesta quarta-feira (01), na Câmara Municipal de Feira de Santana, falou a todos os parlamentares que a Casa é um colegiado que é independente da Prefeitura, do Poder Judiciário, da Procuradoria e Promotoria Pública do Município, do Estado e da União. “Então quando as pessoas tiverem problemas com o Poder Público Municipal ou com outros órgãos, que esses problemas fiquem e sejam debatidos lá com esses poderes. Não venham para cima de colegas vereadores dessa Casa. Está se criando uma rotina nessa Casa de que as pessoas tem problemas com o Poder Público Municipal e acaba envolvendo os vereadores que não tem problema nenhum nem com a mesa da Casa, nem com o Poder Público Municipal. Esses vereadores estão pagando o pato”, disse.

Segundo Jurandy, o Poder Legislativo e Executivo são poderes independentes e têm autonomia. “Não cabe aqui a gente ficar se digladiando um com o outro e esquecendo de fazer o nosso papel, que é o de legislador e fiscalizador”, aconselhou. :: LEIA MAIS »

Edvaldo Lima diz que está preocupado com o município

Vereador Edvaldo Lima

Vereador Edvaldo Lima (MDB)

O vereador Edvaldo Lima (MDB), em seu pronunciamento nesta quarta-feira (01), na Câmara Municipal de Feira de Santana, disse que está andando preocupado com o Município. Segundo ele, a cidade está regredindo. “Em três mandatos que tenho nesta Casa, nunca vi o município andando para trás. Ao invés de avançar está recuando nos projetos, objetivos que são em defesa da sociedade feirense”, disse.

Conforme Edvaldo, por mais que ele tenha cobrado do Governo Municipal melhorias no bairro do Tomba, a Prefeitura não executa o serviço que é necessário naquele bairro. “A Praça do Amazonas está num abandono completo. E olhe que é a terceira solicitação de indicação que já foi feita aqui nesta Casa. E a praça do Sergio Carneiro e do Ildes Ferreira e do Amazonas está de doer na alma. Dói ver o abandono que está acontecendo no bairro do Tomba. Até parece que não tem mais administrador nessa cidade”, criticou. :: LEIA MAIS »

“Me envergonho desse parlamento”, dispara vereador

Vereador Correia Zezito

Vereador Correia Zezito (Patriota)

O vereador Correia Zezito (Patriota), em pronunciamento nesta terça-feira (31), na Câmara Municipal de Feira de Santana, externou o seu descontentamento com o parlamento feirense e disse que não está tendo direito de falar e até mesmo os seus assessores foram proibidos de entrar na Casa. “Não tenho direito na Casa nem de falar, de ir a Salvador com o carro da Câmara, pois é negado o tempo todo para mim. Meus assessores foram proibidos de entrarem aqui. Disseram que não tinha espaço para eles. Só tenho dois aqui no meu gabinete e o restante estão no bairro Rua Nova”, reclamou o vereador. Na opinião de Correia, o presidente da Casa, vereador Fernando Torres, deveria dar exemplo aos 20 vereadores para depois reclamar do prefeito Colbert Filho.

Correia falou que tem uma audiência sobre nepotismo cruzado no dia 8 deste mês. “Vou deixar bem claro ao promotor público e vou formalizar as minhas denúncias contra esta Casa em relação aos meus direitos que tenho aqui e que estão sendo atropelados. E os nobres colegas que se uniram contra Colbert, aqueles principalmente que receberam todas as vantagens de Colbert e Ronaldo esses anos todos digo a vocês: isso é uma vergonha. Acho que esse parlamento está uma vergonha”, relatou.

Correia Zezito informou que está tão envergonhado a ponto de não saber se será candidato em outras eleições. “Me envergonho desse parlamento”, disse. Ele ainda convocou os vereadores titulares para voltarem para Casa e defenderem o Governo Municipal, entregando as Secretarias aos suplentes de vereador. “Venham enfrentar como estou enfrentando e me indispondo. Não posso aceitar que os titulares fiquem nas Secretarias e se acovardem de vir para a Casa”, convocou. :: LEIA MAIS »



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