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:: ‘Bandeira tarifária’

Em outubro, conta de luz ficará mais barata

Lâmpada

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, na última sexta-feira (27), que a bandeira tarifária em outubro será amarela, com custo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. De acordo com a agência, outubro é um mês de transição entre a estação seca e o início do período úmido nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). “A previsão hidrológica para o mês sinaliza elevação das vazões afluentes aos principais reservatórios, o que também permitirá reduzir a oferta de energia suprida pelo parque termelétrico”, disse em nota a Aneel.

Ainda de acordo com a Aneel, esse cenário também levou à redução dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF), mesmo com a perspectiva do preço da energia (PLD) manter-se em patamar estável. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada. :: LEIA MAIS »

Bandeira tarifária é verde até abril do ano que vem

bandeira-tarifaria-e-verde-ate-abril-do-ano-que-vemOs consumidores devem ficar livres de cobranças extras na conta de luz até abril. No último dia 25, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) classificou a bandeira tarifária de dezembro como verde. A previsão é do Operador Nacional do Sistema (ONS). A classificação deve ser mantida nos próximos cinco meses. Assim, a conta pode ficar mais barata em relação a novembro, quando a bandeira praticada era a amarela.

Segundo o ONS, durante o verão, o aumento no volume de chuvas vai corroborar com a eleveção dos níveis nos reservatórios de água, assim como o desligamento de termelétricas. O sistema sudeste e centro-oeste operam com 32,9% da capacidade. O volume disponível já supera o nível registrado no fim do ano passado, que foi de 29,8%. Por isso, não será necessário acionar usinas termelétricas pois, para o órgão, a produção de energia é suficiente para atender a demanda, que deve ser manter estável em relação a 2015. A expectativa é que deve haver uma elevação de 2,2% no consumo no ano que vem.

Além disso, houve expansão da capacidade de abastecimento do sistema energético. O Ministério de Minas e Energia (MME) registrou um aumento de 9.130 megawatts (MW) na oferta.

Redução no custo

As bandeiras tarifárias indicam o custo real de produção de energia conforme as condições do sistema. Quando as termelétricas são acionadas e encarecem o valor da produção de energia, já que são movidas por combustíveis, como óleo e gás. Quando a bandeira indicada é verde, não há aumento na cobrança de energia. Contudo, se a indicação nas contas é amarela ou vermelha, isso significa que o custo de energia terá acréscimo, que reflete a variação no custo de produção e o impacto sobre a conta. Mensalmente, o ONS avalia as estratégias de geração de energia e divulga a classificação vigente para cada mês, de acordo com o custo.

O sistema de bandeiras tarifárias foi implantado em 2015. Segundo a Aneel, a ideia é sinalizar aos consumidores que a produção está mais cara e com isso, alertar a população para que faça uso consciente da energia. Antes da criação das bandeiras, o repasse do reajuste na cobrança levava um ano, o que tornava a tarifa final mais cara.



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