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:: ‘Agricultores’

Palestras alertam agricultores do Recôncavo sobre uso inadequado de agrotóxicos

Palestras alertam agricultores do Recôncavo sobre uso inadequado de agrotóxicos

Foto: Divulgação

Quatro cidades do Recôncavo baiano – Ubaíra, Amargosa, Wenceslau Guimarães e Santo Antônio de Jesus – receberam um ciclo de palestras do Ministério Público estadual sobre segurança, saúde e meio ambiente do trabalho rural. Reunindo um público de mais de 300 pessoas, as palestras ocorreram entre os dias 24 de setembro e 2 de outubro. Nos eventos, o promotor de Justiça Julimar Barreto apresentou as ações realizadas pela Promotoria de Justiça Regional em Defesa do Meio Ambiente na região do Recôncavo. O promotor explica que os eventos tiveram o objetivo de capacitar os trabalhadores rurais, agricultores e presidentes de sindicatos. “Buscamos sensibilizar o público sobre as questões ambientais e de saúde que envolvem o uso de agrotóxicos. Para isso, explicamos os aspectos jurídicos envolvendo a fiscalização destes produtos e a repressão ao seu uso inadequado ou indiscriminado”, afirmou. :: LEIA MAIS »

Agricultores da bacia do Utinga manifestam preocupação com vazão do rio

Agricultores da bacia do Utinga manifestam preocupação com vazão do rio

Foto: João Raimundo

Representantes de agricultores familiares da Bacia Hidrográfica do Rio Utinga estiveram presentes, na última quarta-feira (13), na Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) para tratar, junto ao secretário João Carlos Silva, do iminente agravamento da crise hídrica na região. Segundo os agricultores, a grande redução da vazão do rio no período recente sinaliza para a possibilidade de falta de água em cerca de 20 dias, caso não haja chuvas. A situação foi confirmada pela diretora do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Márcia Telles, também presente no encontro. “A crise na região começou em 2015, quando o rio deixou de ser perene e cortou seu fluxo pela primeira vez. De lá pra cá, vem crescendo o trecho que fica sem água. Em 2018, secou duas vezes no ano”, relatou Wilson dos Santos, liderança do Assentamento São Sebastião, do MST, no município de Wagner. O agricultor disse que há um grande crescimento de áreas irrigadas na região. “Passou de 250 mil pés de banana para 2,5 milhões, fora o plantio de manga que vem crescendo”.

O secretário João Carlos Silva afirmou que “é preciso sair da disputa individual, fazer uma discussão clara dos gargalos, dentro do Comitê de Bacia, e buscar uma solução conjunta entre os segmentos, buscando um projeto de conscientização”. Entre as providências a serem adotadas de forma imediata, o Inema apresentará o quadro atualizado da situação do rio aos membros do Comitê, em reunião ordinária a ser realizada no dia 19 próximo, em Feira de Santana, a fim de alertar a região e mediar uma discussão sobre o problema. “Apesar de toda a indisponibilidade de chuva, o problema é de uso irregular e abusivo. A nascente tem água vertendo normalmente, mas o rio não comporta a retirada de água como está acontecendo”, disse Márcia Telles. A diretora reforçou ainda que o problema deve ser tratado no âmbito do Comitê, instância que conta com representação do poder público, da sociedade civil e dos usuários (produtores). Segundo ela, ações de monitoramento do Inema já estão acontecendo. “Mais de 14 operações de fiscalização foram realizadas no período recente, com notificação, advertência e apreensão de bombas, mas a atitude repressiva não resolve. Quando o Inema vira as costas, as bombas voltam a funcionar. É preciso conscientização”. :: LEIA MAIS »

Projeto Dom Helder Câmara é lançado em Capela do Alto Alegre

Projeto Dom Helder Câmara é lançado em Capela do Alto Alegre

Foto: Divulgação

Na tarde desta segunda-feira (24) aconteceu na Câmara de Vereadores de Capela do Alto Alegre uma reunião de divulgação do Projeto Dom Helder Câmara, que tem como objetivo prestar assessoria técnica aos agricultores do município. O Projeto Dom Helder Câmara é um programa de ações referenciais de combate à pobreza e apoio ao desenvolvimento rural sustentável, que irá trabalhar com 59 famílias cadastradas no município.

Segundo o prefeito Dr. Nei, que participou do lançamento, o projeto tem como objetivo geral oportunizar a inclusão produtiva e social de famílias do município com os serviços de Ater. ‘’Através da adesão do Projeto iremos melhorar e aumentar o serviço de assistência prestada aos agricultores familiares, bem como levar cidadania, dignidade e qualidade de vida aos mesmos’’, disse o Prefeito.

O Projeto Dom Hélder em Capela é uma parceria do Ministério do Desenvolvimento Agrário no Nordeste, por meio da ANATER, empresa prestadora do serviço, e conta com o apoio da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente.

“Sindicatos e associações só assistem os agricultores que são ligados ao PT”, denuncia vereadora

Vereadora Neinha

Vereadora Neinha (PTB)

A vereadora Neinha (PTB) destacou o sofrimento dos agricultores da zona rural de Feira de Santana. Segundo Neinha, as dificuldades enfrentadas pelos moradores da zona rural não têm sido debatidas de maneira adequada. “Nesse fim de semana fui visitar meus pais no distrito de Bonfim de Feira e vi como a situação está precária. Existem os sindicatos e associações, porém estes só assistem os agricultores que são ligados ao partido do PT. Isso está errado, é muita injustiça. A terra foi presente de Deus e todos têm direito de desfrutar dela. O dever dos sindicatos é auxiliar todos. As irregularidades vão acabar. Venho aqui levantar mais uma vez essa bandeira e garanto que tudo vai se regularizar. Estarei acompanhado de perto”, garantiu.

Pequeno agricultor já recebeu 1,4 mil horas gratuitas de trator

 

Pequeno agricultor já recebeu 1,4 mil horas gratuitas de trator

Foto: Bernardo Bezerra

Desde o dia 1º de abril, a Prefeitura de Feira de Santana já destinou quase 1.400 horas de trator para preparar terrenos dos pequenos agricultores do município para a safra de inverno. Neste ano, mais 1,5 mil famílias serão beneficiadas pelo maquinário. O secretário de Agricultura, Joedilson Freitas, disse que a data da descompactação dos terrenos está obedecendo a lista de inscrição, nas associações comunitárias. “Quem chegou no início das chuvas foram os primeiros a serem atendidos”.

Ele afirmou que a Prefeitura está trabalhando para atender a demanda. “A Prefeitura atende exclusivamente aos pequenos produtores, aqueles cujos terrenos tem até duas tarefas”.

O serviço, de acordo com o secretário, é realizado a partir das demandas apresentadas pelas associações – tendo como prioridade aquelas que não possuem tratores. “Como o ciclo de chuvas é curto, todos devem estar preparados para o serviço”. A corrida pelo maquinário é curta e há necessidade que a terra seja preparada rapidamente, para que as sementes aproveitem a umidade para germinar. “Daí a necessidade de que as associações comunitárias tenham seus próprios tratores”, afirmou o secretário.

Programa Aração Comunitária beneficia agricultores

Programa Aração Comunitária beneficia agricultores

Programa Aração Comunitária

Os agricultores de Castro Alves foram surpreendidos na manhã da última quinta-feira (05), com a assinatura do contrato de prestação de serviço do programa Aração Comunitária. Com recursos próprios, investimentos em torno de R$ 100 mil, a prefeitura municipal irá beneficiar mais de 730 famílias, que terão a terra arada por máquinas. O projeto visa estimular a atividade agrícola e contribuir para o preparo da terra para o cultivo e melhoria da produção. A assinatura do programa, que será realizado através da Secretaria de Agricultura, ocorreu durante o evento para a assinatura da ordem de serviço para a construção a Unidade Básica de Saúde da Família, em Petim.

Castro Alves: Secretaria de Agricultura realiza campanha sobre importância da análise do solo

Secretaria de Agricultura realiza campanha sobre importância da análise do solo

Castro Alves

A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Castro Alves está desenvolvendo junto aos agricultores do município uma campanha de conscientização sobre a importância de realizar a análise do solo. Através do fomento do estudo da terra, da indicação de adubação adequada e correção do solo, a secretaria visa auxiliar o agricultor a gerar alimentos de melhor qualidade e contribuir para o desenvolvimento do produtor.

Técnicos da secretaria vão até as propriedades, coletam as amostras e as encaminham ao laboratório. Através deste acompanhamento notou-se que alguns cultivos têm apresentado baixa produtividade e uma das causas é a adubação feita sem a análise de solo. Segundo João Mendonça, secretário da Agricultura, muitas vezes os agricultores têm gastos desnecessários com fertilizantes, por não saber o que a terra precisa. “A adubação feita de forma inadequada além de não proporcionar o aumento da produtividade das culturas aumenta o gasto com adubos químicos”, afirma o secretário João Mendonça.

De posse dos resultados das análises os técnicos se reúnem com os agricultores nas comunidades e os orientam em relação a forma correta de fazer a adubação. O trabalho já foi realizado em quatro localidades da zona rural, como comunidades de Cova da Nega e Cidade Nova, além de Cágados e Petim. “Conseguimos mostrar ao agricultor o que ele pode fazer para melhorar o cultivo, auxiliando a sua produção. E o mais importante é que os custos das análises são financiados pela prefeitura, utilizando recursos próprios”, finaliza o gestor.

Garantia-Safra injeta quase R$ 2 milhões em Ibititá até abril

Garantia-Safra injeta quase R$ 2 milhões em Ibititá até abrilDe acordo com informações da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), 2.215 agricultores estão sendo atendidos pelo Garantia-Safra, com uma injeção de R$ 1.882.750,00 na economia da cidade até abril de 2018. Os recursos deste programa são compostos por aportes municipais, estaduais e federais, sendo que cada beneficiário recebe R$ 850,00 em cinco parcelas de R$ 170,00. O Garantia-Safra tem como público-alvo produtores que possuem renda familiar mensal de, no máximo, 1,5 (um e meio) salário mínimo e que plantam entre 0,6 e 5 hectares. Uma vez aderidos ao programa, eles passam a receber o benefício quando o município em que moram comprova a perda de, pelo menos, 50% do conjunto de suas produções, em razão de estiagem ou excesso hídrico.



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