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:: ‘Legislativo feirense’

Vereador diz que políticos evangélicos chegam a “sambar no pé do caboclo” por votos

Vereador Zé Filé

Vereador Zé Filé (PSD)

O vereador Zé Filé (PSD), em seu discurso na manhã desta segunda-feira (30), na Câmara Municipal de Feira de Santana, disse que políticos declaradamente evangélicos em Feira de Santana “chegam a sambar no pé do caboclo em busca de votos”.

Zé Filé se refere à campanha encerrada domingo, com a vitória do prefeito Colbert Martins Filho (MDB), reeleito para mais um mandato. “Eleição vale tudo e a hipocrisia é grande. Tinha quem dizia que Igor Kannário não prestava para cantar na Micareta, se chegou a encaminhar ofício (ao Governo) para que não fosse contratado, que tinha de fechar as portas para ele, mas no último sábado o cantor estava subindo e descendo a cidade. Se elegeram com o voto de quem?”, questiona. :: LEIA MAIS »

“Igor Kannário não acrescentou nada”, afirma Edvaldo Lima

Vereador Edvaldo Lima

Vereador Edvaldo Lima (MDB)

Evangélico, o vereador Edvaldo Lima (MDB) afirmou nesta segunda-feira (30), na Câmara Municipal de Feira de Santana, que foram os cristãos evangélicos que “carregaram a campanha nas costas”, os responsáveis pela vitória do candidato Colbert Martins Filho (MDB), reeleito para comandar os destinos de Feira de Santana pelos próximos quatro anos.

O edil contesta o reconhecimento de alguns colegas ao deputado federal e cantor Igor Kannário. “Chegou aqui no sábado e não acrescentou nada”, afirma.

Edvaldo diz que após reuniões diárias com o prefeito e lideranças dos evangélicos no Município, as pesquisas “mostraram que Colbert cresceu, chegando a 54%”. :: LEIA MAIS »

Vereador diz que eleição em Feira de Santana passa pelos evangélicos

Vereador Cadmiel Pereira

Vereador Cadmiel Pereira (DEM)

O vereador Cadmiel Pereira (DEM), em seu pronunciamento nesta quarta-feira (25), na Câmara Municipal de Feira de Santana, disse que a eleição do futuro prefeito de Feira de Santana, em segundo turno, que acontece no próximo domingo (29), vai passar pelas mãos dos eleitores evangélicos.

Na opinião do edil, a comunidade evangélica tem a responsabilidade de “defender a pauta da família e impedir que ideologias que vão contra os preceitos cristãos vençam”. Com este pensamento, defende, “irmãos” de diferentes congregações a exemplo da Assembleia de Deus, Batista, Universal do Reino de Deus, Quadrangular e Presbiteriana devem unir seus esforços no domingo”. Ao atribuir ao PT o que chama de “retrocesso ético e moral” – propostas como legalização do aborto e descriminalização da maconha – ele disse que o partido “não ferem apenas as pessoas, mas a Deus, porque vão de encontro aos princípios expressos na Bíblia Sagrada”. E acusa a legenda de “arrasar uma geração que não terá como se recuperar”. :: LEIA MAIS »

Vereadora diz que teve “convite para ir a Salvador”, mas segue com o prefeito

Vereadora Neinha (DEM)

Inspirada em seu avô, que foi “político a vida toda”, a vereadora Neinha (DEM) diz que, embora não lhe tenha faltado “convite para ir a Salvador e ter ajuda”, não abandonará a candidatura à reeleição do atual prefeito Colbert Filho (MDB). “Não fiz acordo porque não preciso de acordo, porque quando Deus fala, ninguém pode invalidar”, afirmou, em pronunciamento na Câmara Municipal de Feira de Santana, nesta segunda-feira (23).

Neinha lembrou do exemplo do avô dela, que trabalhou com os ex-prefeitos José Falcão e Colbert Martins pai e “morreu tendo lado”. Aprendeu com ele que, “quando se diz ao seu povo que o seu candidato é aquele, mas não o procura na hora de abraçar outro, isso demonstra falta de caráter”.

Sobre lideranças que estão deixando a campanha de Colbert e migrando para o petista Zé Neto, ela diz que é “gente despeitada, falsa, hipócrita, que quando sai, trai” e lembra de Judas, que traiu Jesus: “sabe o que aconteceu com ele? Se matou. Muitos vivem de capa, não mostram o que são. Mas a vereadora Neinha é o que ela é”. :: LEIA MAIS »

Ao justificar apoio a petista, Zé Filé diz: “Fui esquecido, usado e ignorado”

Vereador Zé Filé

Vereador Zé Filé (PSD)

Sentindo-se “esquecido, usado e ignorado” por alguns amigos e também “pelo líder” (o prefeito Colbert Martins Filho), após perder a reeleição para a Câmara Municipal de Feira de Santana na próxima legislatura, o vereador Zé Filé (PSD) justificou nesta segunda-feira (23), em pronunciamento no Legislativo feirense, a sua decisão de apoiar ao candidato a prefeito Zé Neto (PT), no segundo turno das eleições em Feira de Santana.

Segundo Zé Filé, após o resultado do pleito, na segunda-feira, tentou contato com Colbert. “Ele atendeu e ficou de me telefonar depois, mas nunca retornou a ligação”. :: LEIA MAIS »

Lulinha diz ter sido prejudicado dentro do próprio grupo, mas não muda de lado

Vereador Lulinha

Vereador Lulinha (DEM)

Mesmo entendendo ter sido “prejudicado por muitos”, inclusive dentro do grupo político a que pertence, pois “colocaram candidatos” em suas bases eleitorais, e de receber contatos na tentativa de que mude de posição no segundo turno das eleições para prefeito de Feira de Santana, o vereador Lulinha (DEM), que não se reelegeu para mais um mandato, afirma que vai continuar onde está – ao lado do candidato à reeleição, prefeito Colbert Martins Filho (MDB). “Vocês acham que não ligaram para mim? Tentaram conversar comigo, mas eu disse não. Não tem conversa. Jamais irei trair meu grupo político, com quem marcho há 16 anos e no momento que mais precisam de mim”, disse, em pronunciamento nesta segunda-feira, 23, na Câmara.

Ele considera importante manter um posicionamento político “sólido e de coesão”, independente do resultado do pleito de 15 de novembro, que não lhe foi favorável, embora tenha obtido quase 4 mil votos. “Tenho um lado e não vou mudar”, afirma, ao prever que muitos que estão migrando para a campanha do petista Zé Neto, candidato a prefeito de maior votação no primeiro turno, “vão quebrar a cara e voltar depois da eleição para bater na porta de Zé Ronaldo (principal apoiador de Colbert)”. :: LEIA MAIS »

Eremita Mota assume Secretaria de Educação

Vereadora Eremita Mota - Foto Karoliny Dias

Vereadora Eremita Mota (PSDB)

O suplente David Neto, ex-vereador não reeleito em 2016, para a atual legislatura, vai ocupar até o dia 31 de dezembro a vaga da vereadora Eremita Mota (PSDB), que deixou a Câmara nesta segunda-feira, 23, para assumir a Secretaria Municipal de Educação. Caso o prefeito Colbert Martins seja reeleito, ela deverá continuar no Executivo e, nesse caso, quem assume o novo mandato, em 1º de janeiro de 2021, é o primeiro suplente de vereador pela legenda, Gean Caverna, liderança política do distrito Maria Quitéria. Em pronunciamento nesta segunda-feira, 23, Eremita, que é professora, garantiu aos colegas de profissão que, na Secretaria, fará um trabalho de “profunda valorização da classe, que clama por real mudança”.

Ela diz que os desafios são grandes, mas não lhe faltará coragem para “fazer essa transformação tão importante e necessária”.

A nova secretária de Educação informa que a decisão de deixar a Câmara neste momento foi tomada em comum acordo com a sigla – ela é presidente municipal e presidente Estadual do PSDB Mulher. “Tenho certeza de que tudo que está acontecendo hoje se deu através das pessoas que integram o partido”.  Disse sentir-se feliz que, com sua presença na Seduc, ”Gean possa vir a assumir uma cadeira aqui na Câmara (caso Colbert se reeleja), o que permitirá que o distrito de Maria Quitéria tenha seu vereador”. :: LEIA MAIS »

Um dos nove mais votados e não reeleito, vereador defende mudanças na legislação

Vereador Lulinha

Vereador Lulinha (DEM)

Mesmo tendo obtido quase 4 mil sufrágios (foram 3.920), representando a 9ª maior votação entre os mais de 600 candidatos, o vereador Lulinha (DEM) não conquistou a reeleição para a próxima legislatura, no período 2021-2024, que se inicia em 1º de janeiro.

Em pronunciamento na Câmara Municipal de Feira de Santana, nesta quarta-feira (18), Lulinha disse que o fim das coligações partidárias para a eleição proporcional traz um prejuízo a candidatos bem votados, como foi o seu caso neste último pleito. O edil fez um apelo aos deputados e senadores para que sejam revistos os critérios. “Não perdi a eleição por falta de votos, mas porque o meu partido, sozinho, não conseguiu obter uma quantidade de votos para eleger mais vereadores”.

Ele defende que sejam eleitos os mais votados, independentemente de quais partidos representem os candidatos.

Aprovada em 2017 pelo Congresso Nacional, a emenda que veda as coligações partidárias nas eleições proporcionais determina que os candidatos a vereador concorram pela própria legenda e não como membros de uma aliança. Desta forma, não é mais possível fazer a transferências de votos de um partido para outro. :: LEIA MAIS »



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